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Os investidores têm muito para avaliar hoje, além da aprovação da reforma do imposto de renda votada na Câmara. Ontem, o governo teve derrotas no Senado, há os ruídos das manifestações de 7 de setembro (estimulados pelo presidente), as preocupações com o quadro fiscal, inflação e redução do crescimento em 2022.
Ontem foi dia da Bovespa reagir positivamente e acompanhar o mercado melhor no exterior, mas com o câmbio e DIs afetados negativamente pelo risco fiscal e inflação. A Bovespa encerrou com alta de 0,52% e índice em 119.395 pontos, o dólar voltando para R$ 5,19 e os DIs mais longos com taxa de juros na casa de dois dígitos novamente.
Durante a noite, a Câmara aprovou a reforma do imposto de renda depois de muitos acordos e pressão de Arthur Lira pelo placar de 398 X 77, e hoje vota os destaques para seguir para votação no Senado e com hipóteses de ser derrotada. Afinal, ontem o Senado impôs duas derrotas ao governo, sendo a MP 1045 sobre o trabalho a pior para o ministro Onyx.
Hoje, os mercados da Ásia terminaram o dia com altas, a Europa operando com viés positivo e sem maiores definições e os futuros do mercado americano com valorizações neste início de manhã. Aqui, seguimos em zona de indefinição, até que o Ibovespa consiga ultrapassar a faixa de 121.000/122.000.
Na Coreia do Sul, o PIB do segundo trimestre expandiu 0,8% e contra igual período do ano anterior com alta de 6,0%. Na zona do euro, a inflação medida pelo PPI (atacado) de julho registrou alta de 12,1% na comparação anual e a OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mostrou a inflação de seus membros pelo CPI (consumidor) subindo para 4,2% na comparação anual de julho, vindo de 4,0% no mês anterior.
No mercado internacional, o petróleo WTI, negociado em NY, mostrava alta de 0,63%, com o barril cotado a US$ 69,02. O euro era transacionado em alta para US$ 1,185 e notes americanos de 10 anos com taxa de juros em 1,29%. O ouro e a prata mantinham altas na Comex e commodities agrícolas com desempenho misto na Bolsa de Chicago.
By Banco ModalOs investidores têm muito para avaliar hoje, além da aprovação da reforma do imposto de renda votada na Câmara. Ontem, o governo teve derrotas no Senado, há os ruídos das manifestações de 7 de setembro (estimulados pelo presidente), as preocupações com o quadro fiscal, inflação e redução do crescimento em 2022.
Ontem foi dia da Bovespa reagir positivamente e acompanhar o mercado melhor no exterior, mas com o câmbio e DIs afetados negativamente pelo risco fiscal e inflação. A Bovespa encerrou com alta de 0,52% e índice em 119.395 pontos, o dólar voltando para R$ 5,19 e os DIs mais longos com taxa de juros na casa de dois dígitos novamente.
Durante a noite, a Câmara aprovou a reforma do imposto de renda depois de muitos acordos e pressão de Arthur Lira pelo placar de 398 X 77, e hoje vota os destaques para seguir para votação no Senado e com hipóteses de ser derrotada. Afinal, ontem o Senado impôs duas derrotas ao governo, sendo a MP 1045 sobre o trabalho a pior para o ministro Onyx.
Hoje, os mercados da Ásia terminaram o dia com altas, a Europa operando com viés positivo e sem maiores definições e os futuros do mercado americano com valorizações neste início de manhã. Aqui, seguimos em zona de indefinição, até que o Ibovespa consiga ultrapassar a faixa de 121.000/122.000.
Na Coreia do Sul, o PIB do segundo trimestre expandiu 0,8% e contra igual período do ano anterior com alta de 6,0%. Na zona do euro, a inflação medida pelo PPI (atacado) de julho registrou alta de 12,1% na comparação anual e a OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mostrou a inflação de seus membros pelo CPI (consumidor) subindo para 4,2% na comparação anual de julho, vindo de 4,0% no mês anterior.
No mercado internacional, o petróleo WTI, negociado em NY, mostrava alta de 0,63%, com o barril cotado a US$ 69,02. O euro era transacionado em alta para US$ 1,185 e notes americanos de 10 anos com taxa de juros em 1,29%. O ouro e a prata mantinham altas na Comex e commodities agrícolas com desempenho misto na Bolsa de Chicago.