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A busca por um parto seguro é certamente a expectativa de qualquer mulher em gestação. Para isso, alguns fatores são essenciais. Acesso a informações confiáveis para que a mulher possa se sentir segura ao longo da gravidez; garantia de que suas decisões sobre o parto serão respeitadas; além de um serviço de saúde humanizado que não a coloque em situações arriscadas à sua vida e à vida do bebê. Mas estas condições não fazem parte da experiência de parto de muitas mulheres. Além de violências psicológicas, abusos e maus tratos estão entre as violências físicas sofridas pelas gestantes. Segundo a Organização Panamericana da Saúde, cerca de 830 mulheres morrem todos os dias no mundo por causas evitáveis relacionadas à gestação e ao parto.
Para discutir sobre violência obstétrica e parto humanizado, esta edição do Rádio Debate conversa com:
Liduína Rocha, médica ginecologista e obstetra e presidente da Associação Cearense de Ginecologia e Obstetrícia;
Krys Rodrigues, doula e psicóloga na equipe Maiêutica, e mãe do Iago; e
Aline Veras, professora da Pós-Graduação em Saúde Coletiva e do curso de Medicina da Universidade de Fortaleza (Unifor), e também médica obstetra e ginecologista.
Este programa teve apresentação de Raquel Dantas, apresentação de Pedro Vítor e operação de áudio de João Pedro.
Foto da Capa: Reprodução/Internet
By Rádio Universitária FM 107,9A busca por um parto seguro é certamente a expectativa de qualquer mulher em gestação. Para isso, alguns fatores são essenciais. Acesso a informações confiáveis para que a mulher possa se sentir segura ao longo da gravidez; garantia de que suas decisões sobre o parto serão respeitadas; além de um serviço de saúde humanizado que não a coloque em situações arriscadas à sua vida e à vida do bebê. Mas estas condições não fazem parte da experiência de parto de muitas mulheres. Além de violências psicológicas, abusos e maus tratos estão entre as violências físicas sofridas pelas gestantes. Segundo a Organização Panamericana da Saúde, cerca de 830 mulheres morrem todos os dias no mundo por causas evitáveis relacionadas à gestação e ao parto.
Para discutir sobre violência obstétrica e parto humanizado, esta edição do Rádio Debate conversa com:
Liduína Rocha, médica ginecologista e obstetra e presidente da Associação Cearense de Ginecologia e Obstetrícia;
Krys Rodrigues, doula e psicóloga na equipe Maiêutica, e mãe do Iago; e
Aline Veras, professora da Pós-Graduação em Saúde Coletiva e do curso de Medicina da Universidade de Fortaleza (Unifor), e também médica obstetra e ginecologista.
Este programa teve apresentação de Raquel Dantas, apresentação de Pedro Vítor e operação de áudio de João Pedro.
Foto da Capa: Reprodução/Internet