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Neste episódio do podcast Diálogos em Movimento, parte da temporada Mulheres no Serviço Público, o tema é a urgência de enfrentarinstitucionalmente o assédio moral e sexual na administração pública. Falamossobre o que já existe, o que falta e o que pode ser feito para transformarambientes tóxicos em espaços de permanência com dignidade.
Recebemos Gabriela Perfeito, diplomata e presidente doSinditamaraty, e Ana Diniz, professora e coordenadora do Núcleo de Estudos deGênero do Insper, com mediação de Janiele de Paula, do Movimento Pessoas àFrente.
A conversa aborda dados alarmantes sobre assédio nosetor público, como o fato de que 93% das secretárias estaduais já teremenfrentado violência psicológica no exercício do cargo. Também discutimos abaixa taxa de denúncias formais, o medo de retaliação, a ausência de legislaçãonacional abrangente e as falhas nos canais institucionais de acolhimento.
Falamos ainda sobre o PL 1.458/2023, que propõe acriação de uma política de prevenção e combate ao assédio moral e sexual noserviço público, e refletimos sobre o papel das lideranças na criação deculturas organizacionais mais seguras e equitativas.
Um episódio essencial para quem acredita que o Estadoprecisa ser um lugar seguro para todas as pessoas.
By Movimento Pessoas à FrenteNeste episódio do podcast Diálogos em Movimento, parte da temporada Mulheres no Serviço Público, o tema é a urgência de enfrentarinstitucionalmente o assédio moral e sexual na administração pública. Falamossobre o que já existe, o que falta e o que pode ser feito para transformarambientes tóxicos em espaços de permanência com dignidade.
Recebemos Gabriela Perfeito, diplomata e presidente doSinditamaraty, e Ana Diniz, professora e coordenadora do Núcleo de Estudos deGênero do Insper, com mediação de Janiele de Paula, do Movimento Pessoas àFrente.
A conversa aborda dados alarmantes sobre assédio nosetor público, como o fato de que 93% das secretárias estaduais já teremenfrentado violência psicológica no exercício do cargo. Também discutimos abaixa taxa de denúncias formais, o medo de retaliação, a ausência de legislaçãonacional abrangente e as falhas nos canais institucionais de acolhimento.
Falamos ainda sobre o PL 1.458/2023, que propõe acriação de uma política de prevenção e combate ao assédio moral e sexual noserviço público, e refletimos sobre o papel das lideranças na criação deculturas organizacionais mais seguras e equitativas.
Um episódio essencial para quem acredita que o Estadoprecisa ser um lugar seguro para todas as pessoas.