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Quantos almoços grátis ofereceste esta semana aos teus clientes?
Vivemos numa lógica de dar tudo, de entregar mais, de mostrar dedicação através de horas infinitas. E a verdade é que muitos de nós, como empreendedores, oferecemos qualidade que não cobramos... e depois perguntamos por que é que o dinheiro não aparece.
👉 O almoço que ninguém vê
Cada hora extra que dedicas a um projeto. Cada revisão adicional que ofereces. Cada follow-up que fazes sem cobrar. Tudo isto tem um custo real. E se não o estás a cobrar ao cliente... és tu que o estás a pagar. Ou pior — é o futuro da tua empresa.
👉 A ratoeira da qualidade não cobrada
Neste episódio, partilho a história da Mariana, fotógrafa, que calculava duas horas de edição por casamento... mas gastava seis ou oito. A qualidade era real. Os clientes adoravam. Mas ela estava exausta, atrasada nas entregas, e a conta bancária não crescia. Porquê? Estava a subsidiar cada cliente sem se aperceber.
👉 O ciclo que te mantém preso
Quanto mais almoços pagas, menos tempo tens para crescer. E quanto menos cresces, mais sentes necessidade de compensar com qualidade extra para os poucos clientes que tens. É um ciclo vicioso. E só se quebra quando percebes que a qualidade tem de ser paga por alguém — e esse alguém não podes ser tu.
👉 E se a solução não for reduzir qualidade... mas cobrá-la?
Falo de planos. De preços diferenciados. De deixar de ter um preço único que te obriga a dar lagosta a preço de bitoque. De ter a coragem de finalmente apresentar a fatura a quem de direito.
Quantos almoços grátis estás a pagar esta semana? E quanto mais tempo vais continuar a fazê-lo?
Ouve o episódio completo. Like, share and subscribe.
By Joao Costa FernandesQuantos almoços grátis ofereceste esta semana aos teus clientes?
Vivemos numa lógica de dar tudo, de entregar mais, de mostrar dedicação através de horas infinitas. E a verdade é que muitos de nós, como empreendedores, oferecemos qualidade que não cobramos... e depois perguntamos por que é que o dinheiro não aparece.
👉 O almoço que ninguém vê
Cada hora extra que dedicas a um projeto. Cada revisão adicional que ofereces. Cada follow-up que fazes sem cobrar. Tudo isto tem um custo real. E se não o estás a cobrar ao cliente... és tu que o estás a pagar. Ou pior — é o futuro da tua empresa.
👉 A ratoeira da qualidade não cobrada
Neste episódio, partilho a história da Mariana, fotógrafa, que calculava duas horas de edição por casamento... mas gastava seis ou oito. A qualidade era real. Os clientes adoravam. Mas ela estava exausta, atrasada nas entregas, e a conta bancária não crescia. Porquê? Estava a subsidiar cada cliente sem se aperceber.
👉 O ciclo que te mantém preso
Quanto mais almoços pagas, menos tempo tens para crescer. E quanto menos cresces, mais sentes necessidade de compensar com qualidade extra para os poucos clientes que tens. É um ciclo vicioso. E só se quebra quando percebes que a qualidade tem de ser paga por alguém — e esse alguém não podes ser tu.
👉 E se a solução não for reduzir qualidade... mas cobrá-la?
Falo de planos. De preços diferenciados. De deixar de ter um preço único que te obriga a dar lagosta a preço de bitoque. De ter a coragem de finalmente apresentar a fatura a quem de direito.
Quantos almoços grátis estás a pagar esta semana? E quanto mais tempo vais continuar a fazê-lo?
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