E se a razão não fosse o que sustenta nossa vida mental, mas algo que só consegue se desenvolver porque existe uma base afetiva por baixo dela? Neste vídeo, discutimos como o afeto participa do desenvolvimento da inteligência, da linguagem, da capacidade de explorar o mundo e até da nossa saúde ao longo da vida. A partir do livro Inteligência Afetiva, de Roberto Shinyashiki, passamos por experimentos clássicos da psicologia, como os estudos de Harry Harlow, René Spitz e Seymour Levine, além das ideias de Vygotsky, Eric Berne e do Harvard Study of Adult Development. Falamos sobre solidão, abandono, isolamento digital, pertencimento, empatia, estímulos afetivos e uma pergunta que atravessa todo o vídeo: até que ponto conseguimos pensar bem quando nossas necessidades de vínculo e reconhecimento não estão sendo atendidas? No fim, talvez a velha definição do ser humano como “animal racional” precise de um complemento.
Somos seres racionais ou seres afetivos que aprenderam a raciocinar?
Comenta aí o que você acha.
Fonte principal: SHINYASHIKI, Roberto. Inteligência Afetiva: o carinho ainda é essencial. São Paulo: Editora Gente, 2023.
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