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por: Ennio Gomide dos Santos
Estamos equivocados quando pensamos que o importante é a boa intenção e não o andar pelo que é da vontade de Deus. Não se trata de fazer o que achamos ser bom e correto, mas de fazermos segundo a vontade do Pai. Temos a história de Uzá que em uma boa ação, pensou que poderia tocar a arca da aliança para segurá-la e não lhe era permitido fazer isso.
“Quando chegaram à eira de Nacom, Uzá estendeu a mão para segurar a arca de Deus, porque os bois tropeçaram. Então a ira do SENHOR se acendeu contra Uzá, e Deus o feriu ali por esta irreverência. E Uzá morreu ali, ao lado da arca de Deus.” (2Samuel 6.6–7 NAA)
A intenção de Uzá foi boa, mas fora do que estava no livro da lei e sobre quem poderia fazê-lo. São nestas coisas que precisamos prestar atenção, pois, mesmo em Cristo não basta a boa intenção, mas em fazermos segundo a vontade do Pai. Temos exemplos diferentes como o caso de Ananias e Safira. A ação que fizeram foi boa, mas moldada na motivação equivocada. Temos que entender que não se trata de boa intenção, mas do andarmos na vontade do Pai.
By Ennio Gomide dos Santospor: Ennio Gomide dos Santos
Estamos equivocados quando pensamos que o importante é a boa intenção e não o andar pelo que é da vontade de Deus. Não se trata de fazer o que achamos ser bom e correto, mas de fazermos segundo a vontade do Pai. Temos a história de Uzá que em uma boa ação, pensou que poderia tocar a arca da aliança para segurá-la e não lhe era permitido fazer isso.
“Quando chegaram à eira de Nacom, Uzá estendeu a mão para segurar a arca de Deus, porque os bois tropeçaram. Então a ira do SENHOR se acendeu contra Uzá, e Deus o feriu ali por esta irreverência. E Uzá morreu ali, ao lado da arca de Deus.” (2Samuel 6.6–7 NAA)
A intenção de Uzá foi boa, mas fora do que estava no livro da lei e sobre quem poderia fazê-lo. São nestas coisas que precisamos prestar atenção, pois, mesmo em Cristo não basta a boa intenção, mas em fazermos segundo a vontade do Pai. Temos exemplos diferentes como o caso de Ananias e Safira. A ação que fizeram foi boa, mas moldada na motivação equivocada. Temos que entender que não se trata de boa intenção, mas do andarmos na vontade do Pai.