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Maior best-seller do século XIX, o livro “A cabana do pai Tomás” levantou pela primeira vez e com grande estrondo a questão da desumanidade da escravidão. Escrito antes da guerra civil americana, o livro atravessou séculos de história transformando seu sentido, mas sem nunca deixar de levantar questões pertinentes. Por que o livro é fundamental ainda hoje? Qual o papel de um livro numa luta como a anti-escravidão?
No Narrativas 04, Graziella Beting, editora-chefe da Carambaia, conversa com o historiador Danilo José Zioni Ferretti e o tradutor Bruno Gambarotto sobre o livro “A cabana de pai Tomás”.
Durante o bate-papo, citamos os seguintes livros, escritores, séries, filmes, música e etc:
Walt Whitman
“A Cabana do pai Tomas”, de Harriet Beecher Stowe, tradução de Francisco Ladislau Álvares d´Andrada, Rey et Belhatte, 1853;
O Narrativas, podcast da editora Carambaia, é gravado no estúdio da Central 3, em São Paulo, e tem a produção de Clara Dias e Beatriz Reingenheim e edição de Leandro Iamin. A trilha sonora é composta e executada por Bruno Bething.
By Central3 PodcastsMaior best-seller do século XIX, o livro “A cabana do pai Tomás” levantou pela primeira vez e com grande estrondo a questão da desumanidade da escravidão. Escrito antes da guerra civil americana, o livro atravessou séculos de história transformando seu sentido, mas sem nunca deixar de levantar questões pertinentes. Por que o livro é fundamental ainda hoje? Qual o papel de um livro numa luta como a anti-escravidão?
No Narrativas 04, Graziella Beting, editora-chefe da Carambaia, conversa com o historiador Danilo José Zioni Ferretti e o tradutor Bruno Gambarotto sobre o livro “A cabana de pai Tomás”.
Durante o bate-papo, citamos os seguintes livros, escritores, séries, filmes, música e etc:
Walt Whitman
“A Cabana do pai Tomas”, de Harriet Beecher Stowe, tradução de Francisco Ladislau Álvares d´Andrada, Rey et Belhatte, 1853;
O Narrativas, podcast da editora Carambaia, é gravado no estúdio da Central 3, em São Paulo, e tem a produção de Clara Dias e Beatriz Reingenheim e edição de Leandro Iamin. A trilha sonora é composta e executada por Bruno Bething.