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Neste episódio, mergulhamos na trajetória de Nelson Rodrigues, o gênio que escandalizou a sociedade ao olhar a vida pelo “buraco da fechadura”. Discutimos como ele modernizou o palco brasileiro com a técnica revolucionária de “Vestido de Noiva” — dividindo a ação entre realidade, memória e alucinação — e como sua coluna “A vida como ela é...” capturou a essência trágica e lírica do cotidiano.
Nelson não foi apenas um dramaturgo; ele foi o criador de termos que definem nossa identidade até hoje, como o “complexo de vira-latas”, e um crítico implacável dos “idiotas da objetividade” e da “esquerda festiva”. Entenda por que este “anjo pornográfico” se definia como um moralista feroz, acreditando que o teatro precisava ser atroz e violento para cumprir sua função purificadora e salvar a plateia de suas próprias hipocrisias. Uma conversa essencial sobre o autor que viu, antes de todos, que toda unanimidade é burra.
By André Assi BarretoNeste episódio, mergulhamos na trajetória de Nelson Rodrigues, o gênio que escandalizou a sociedade ao olhar a vida pelo “buraco da fechadura”. Discutimos como ele modernizou o palco brasileiro com a técnica revolucionária de “Vestido de Noiva” — dividindo a ação entre realidade, memória e alucinação — e como sua coluna “A vida como ela é...” capturou a essência trágica e lírica do cotidiano.
Nelson não foi apenas um dramaturgo; ele foi o criador de termos que definem nossa identidade até hoje, como o “complexo de vira-latas”, e um crítico implacável dos “idiotas da objetividade” e da “esquerda festiva”. Entenda por que este “anjo pornográfico” se definia como um moralista feroz, acreditando que o teatro precisava ser atroz e violento para cumprir sua função purificadora e salvar a plateia de suas próprias hipocrisias. Uma conversa essencial sobre o autor que viu, antes de todos, que toda unanimidade é burra.