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Neste episódio do No Lagoinha, a gente reflete sobre a liberdade que o boteco nos dá de sermos quem realmente somos.
Porque no boteco a gente não precisa de etiqueta, diploma ou cargo importante. Ali, importa menos o que você faz da vida — e mais quem você é naquele instante: na risada solta, na conversa atravessada, no brinde despretensioso.
É essa espontaneidade que faz do boteco um lugar tão democrático, tão nosso. Um espaço onde todo mundo cabe, onde as diferenças se misturam e onde, por alguns minutos, a gente vive a nossa melhor versão: mais humana, mais leve e mais verdadeira.
Parece simples, mas que muita gente esquece: marcas são feitas por pessoas, para pessoas.
O marketing começa de dentro pra fora. É entender que você não tá vendendo pra um número no relatório, você tá conversando com outra pessoa, que também tem medo, insegurança, alegria, dor.
E quando a gente entende isso, a comunicação fica mais verdadeira. Você se conecta de verdade. Porque são pessoas falando com pessoas.
E no final, eu trouxe uma reflexão sobre uma fase difícil da minha vida: um aborto espontâneo que eu tive com quase três meses de gestação.
Foi um momento muito doloroso, mas que me fez lembrar que, além de comunicadora, eu também sou empresária, empreendedora, e preciso lidar não só com a minha dor, mas também com tudo que envolve um negócio — equipe, clientes, processos.
Porque no fim das contas, somos todos pessoas cuidando de marcas feitas para outras pessoas.
#dicasdemarketing #empreendedorismo #marketing #reflexões
Nesse episódio do No Lagoinha, eu falo sobre o que é ser mulher em um bar — sozinha, por trás do balcão ou sentada na calçada. Falo de medos, julgamentos, assédio, mas também de liberdade, coragem e representatividade. Trago minhas vivências, minhas dores e o quanto ocupar esses espaços é, pra mim, um gesto político e de autocuidado. Um papo íntimo sobre estar — e se manter — no rolê.
Nem sempre a gente vai estar bem. E tudo bem.
Nesse episódio mais íntimo, mais calmo, eu falo sobre o valor de dizer “não”, mesmo pra coisas que a gente queria muito fazer. Sobre escutar o corpo, respeitar os limites e se escolher sem culpa.
Se você anda cansada, gripada, sobrecarregada ou só precisando de um tempo, esse papo é pra você.
Pega a sua bebida favorita, se encosta aí e vamos juntas!
Você já se pegou sabotando seus próprios sonhos justamente quando as coisas estavam começando a funcionar? Nesse episódio, a gente conversa sobre um medo pouco falado, mas muito comum: o medo de dar certo.
Sim, tem gente que morre de medo de fracassar, mas tem também quem se apavora com a possibilidade de conquistar o que sempre quis. E aí entra a autossabotagem, a dúvida, o “será que mereço?”, o peso da responsabilidade, da mudança, do sucesso.
Bora refletir juntas sobre de onde vem esse medo, como ele aparece no nosso dia a dia e o que a gente pode fazer pra não deixar ele travar nossos passos? No fim, como sempre, tem a saideira com um relato pessoal, porque aqui é tudo na base da verdade, uma cervejinha (ou café) e uma boa conversa.
Sabe aqueles palpites que aparecem o tempo todo? Na vida, no trabalho, no marketing, nos negócios… uns fazem sentido, outros nem tanto.
A real é que nem a vida, nem o marketing, vêm com manual. Cada pessoa tem seu tempo, seu caminho e seus próprios acertos e erros.
E sabe o que é mais louco? No marketing é igualzinho: não existe fórmula mágica. Existe tentativa, erro, acerto e muito ajuste no caminho.
Esse episódio é um convite pra refletir sobre conselhos, escolhas, autoconhecimento, empreendedorismo, marketing na vida real e, claro, sobre como filtrar o que faz sentido pra você.
Se você gosta de papo reto sobre vida, trabalho, empreendedorismo, criatividade, marketing e reflexões de quem vive tudo isso na prática… dá o play.
Você acorda, abre o Instagram… e em três minutos já viu alguém viajando, alguém empreendendo, alguém se casando, alguém se encontrando — e você? Já se sentiu ficando pra trás?
Nesse episódio do No Lagoinha, a gente senta pra conversar sobre essa linha tênue entre se inspirar e se comparar. Um papo sincero sobre autoestima na era digital, as armadilhas invisíveis das redes sociais e como reencontrar a própria essência no meio de tanto estímulo.
Falamos também de marketing, autenticidade e aquele momento em que até a criatividade dá branco de tanto que a gente se perde olhando pro lado.
Puxa uma cadeira, escolhe sua bebida, e vem refletir com a gente. Porque às vezes, tudo o que a gente precisa é lembrar que o nosso tempo é nosso — e ninguém mais tem o seu jeito de fazer o que só você sabe.
O verdadeiro sentido do propósito, não como uma palavra da moda, mas como uma direção.
Esse episódio é sobre como ele pode surgir no meio do caos, das escolhas não planejadas, das tentativas e tropeços.
É também sobre o que acontece quando a nossa carreira começa a carregar quem a gente é de verdade.
Sobre transformar trabalho em missão, sem romantizar a realidade.
A partir do meu próprio recomeço, compartilho reflexões sinceras sobre o que é voltar ao início quando já se conhece o caminho — e o peso que isso carrega.
Mas como toda marqueteira e botequeira que se preze, tem sempre uma pitada de marketing, negócios e vida real nessa conversa.
É uma dose de coragem, incentivo e identificação.
Uma dose de acolhimento pra quem precisa lembrar que recomeçar também é um ato de força.
Uma dose servida no Lagoinha, com sinceridade e sem filtro.
Você já parou para pensar por que algumas marcas nos tocam profundamente enquanto outras passam despercebidas? Hoje vamos falar sobre um conceito fundamental no marketing para empreendedores: a identificação. Mais do que vender um produto ou serviço, o grande objetivo das marcas é fazer com que as pessoas se sintam parte de algo maior. Se você é empreendedor ou está construindo seu negócio, fica comigo, porque neste episódio vou trazer insights sobre como aplicar isso no seu marketing para conectar-se de verdade com o seu público.
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