Neste episódio de Falarimar, eu, Mari, conto a nostalgia que senti ao ver vídeos da vida pré-covid. Falo sobre minha dificuldade em me preparar para o futuro enquanto sinto que ainda não vivi o presente o suficiente. Confesso meu egoísmo ao dizer que o vírus me “roubou” experiências que eu me preparava para viver, a tal da “nostalgia pelo que não conseguiu ser”. Em seguida, converso sobre a “nostalgia pelo que foi” e entendo que acessar memórias antigas pode ser um mecanismo adaptativo que nos traz conforto psicológico. @falarimar