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Antes do Brasil da coroa, tem o Brasil do cocar. A frase de Celia Xakriabá, primeira indígena eleita deputada federal por minas gerais faz muito sentido em um país que tem o péssimo hábito de apagar a sua história.
Desde a invasão portuguesa em 1500, os indígenas que aqui residem resistem ao genocídio perpetrado por séculos.
E se o Brasil é terra indígena, por que temos que falar em marco temporal, uma máquina de moer história?
No episódio de hoje, falaremos sobre a importância dos direitos dos povos indígenas, uma luta que deve ser de toda a sociedade.
————————————————————————
João Netto é comunicador, diretor de criação, redator, pesquisador e UX Writer com mais de 17 anos de experiência. Criador do projeto @TinhaQueSerPretooficial, com o qual faz resgate da história de personalidades pretas brasileiras apagadas dos livros de história. João também realiza cursos e palestras de letramento racial em escolas e empresas públicas e privadas.Também presta consultoria de letramento racial e é membro do Conselho de Igualdade e Diversidade Racial do Distrito Federal desde 2020.
https://www.instagram.com/tinhaqueserpretooficial/
Beta Araujo é mestre em direito, pós-graduada em história e cultura afro-brasileira, criminalista, membro da Comissão de Igualdade Racial da OAB Barra da Tijuca, pesquisadora, autora de “Machado de Assis abolicionista”, responsável pelo grupo de estudos “Pensando questões de raça e gênero.
https://www.instagram.com/justa.causa/
Trilha e Identidade Sonora : JAHZ music
https://www.instagram.com/jahzmusic/
Referências sonoras do episódio:
Música "Índio" (Farofa Carioca).
Fala de Ailton Krenak na constituinte de 1988.
By BETA ARAUJOAntes do Brasil da coroa, tem o Brasil do cocar. A frase de Celia Xakriabá, primeira indígena eleita deputada federal por minas gerais faz muito sentido em um país que tem o péssimo hábito de apagar a sua história.
Desde a invasão portuguesa em 1500, os indígenas que aqui residem resistem ao genocídio perpetrado por séculos.
E se o Brasil é terra indígena, por que temos que falar em marco temporal, uma máquina de moer história?
No episódio de hoje, falaremos sobre a importância dos direitos dos povos indígenas, uma luta que deve ser de toda a sociedade.
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João Netto é comunicador, diretor de criação, redator, pesquisador e UX Writer com mais de 17 anos de experiência. Criador do projeto @TinhaQueSerPretooficial, com o qual faz resgate da história de personalidades pretas brasileiras apagadas dos livros de história. João também realiza cursos e palestras de letramento racial em escolas e empresas públicas e privadas.Também presta consultoria de letramento racial e é membro do Conselho de Igualdade e Diversidade Racial do Distrito Federal desde 2020.
https://www.instagram.com/tinhaqueserpretooficial/
Beta Araujo é mestre em direito, pós-graduada em história e cultura afro-brasileira, criminalista, membro da Comissão de Igualdade Racial da OAB Barra da Tijuca, pesquisadora, autora de “Machado de Assis abolicionista”, responsável pelo grupo de estudos “Pensando questões de raça e gênero.
https://www.instagram.com/justa.causa/
Trilha e Identidade Sonora : JAHZ music
https://www.instagram.com/jahzmusic/
Referências sonoras do episódio:
Música "Índio" (Farofa Carioca).
Fala de Ailton Krenak na constituinte de 1988.