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No quarto episódio do Ondas da Resistência, conversamos sobre os impactos do derramamento de petróleo e da covid-19 na saúde das mulheres.
Um ano após a aparição das primeiras manchas de petróleo na costa brasileira, mulheres de Povos e Comunidades Tradicionais continuam a sentir efeitos na saúde física, mental e emocional.
Depressão, doenças de pele e respiratórias foram algumas das primeiras consequências do vazamento, especialmente nas comunidades pesqueiras. Além disso, análises de amostras coletadas do petróleo demonstraram que o material contém cerca de oito substâncias cancerígenas. Todos estes fatores acumulados também colocam as mulheres de povos e comunidades tradicionais como as mais suscetíveis ao novo coronavírus.
A pesquisa “Sem parar: o trabalho e a vida das mulheres na pandemia”, realizada pelas organizações “Gênero e Número” e “Sempreviva Organização Feminista”, evidenciou que metade das mulheres brasileiras passou a cuidar de alguém durante a pandemia, sendo que a maioria (54%) é negra. Além disso, também conforme dados da pesquisa, 42% das mulheres responsáveis pelo cuidado não têm qualquer apoio externo, como profissionais, instituições ou vizinhos.
Sobre esses assuntos, o Ondas da Resistência ouviu Elionice Sacramento, pescadora e quilombola, integrante da Articulação Nacional das Pescadoras; Simone Leite, do Movimento Popular de Saúde (MOPS) e do Conselho Nacional de Saúde; e Shirley Morales, presidenta da Federação Nacional das Enfermeiras.
Conheça o projeto Ondas da Resistência: ondasdaresistencia.org
By Ondas da ResistênciaNo quarto episódio do Ondas da Resistência, conversamos sobre os impactos do derramamento de petróleo e da covid-19 na saúde das mulheres.
Um ano após a aparição das primeiras manchas de petróleo na costa brasileira, mulheres de Povos e Comunidades Tradicionais continuam a sentir efeitos na saúde física, mental e emocional.
Depressão, doenças de pele e respiratórias foram algumas das primeiras consequências do vazamento, especialmente nas comunidades pesqueiras. Além disso, análises de amostras coletadas do petróleo demonstraram que o material contém cerca de oito substâncias cancerígenas. Todos estes fatores acumulados também colocam as mulheres de povos e comunidades tradicionais como as mais suscetíveis ao novo coronavírus.
A pesquisa “Sem parar: o trabalho e a vida das mulheres na pandemia”, realizada pelas organizações “Gênero e Número” e “Sempreviva Organização Feminista”, evidenciou que metade das mulheres brasileiras passou a cuidar de alguém durante a pandemia, sendo que a maioria (54%) é negra. Além disso, também conforme dados da pesquisa, 42% das mulheres responsáveis pelo cuidado não têm qualquer apoio externo, como profissionais, instituições ou vizinhos.
Sobre esses assuntos, o Ondas da Resistência ouviu Elionice Sacramento, pescadora e quilombola, integrante da Articulação Nacional das Pescadoras; Simone Leite, do Movimento Popular de Saúde (MOPS) e do Conselho Nacional de Saúde; e Shirley Morales, presidenta da Federação Nacional das Enfermeiras.
Conheça o projeto Ondas da Resistência: ondasdaresistencia.org