Entre uma panela de sopa, o cuidado com um gato da vizinhança e a rotina de quem acorda antes do sol nascer, Mônica Cunha reflete sobre a dificuldade que temos de conviver com o tempo livre. Em uma conversa com a mãe, surge uma pergunta que atravessa gerações: estamos vivendo ou apenas preenchendo cada minuto para não encarar o silêncio? Uma crônica sobre afeto, produtividade, envelhecimento e a coragem de simplesmente existir.