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O futuro da educação não deve focar-se exclusivamente na tecnologia ou na inteligência artificial, mas sim no desenvolvimento humano e no bem-estar. A autora alerta para o declínio de capacidades cognitivas essenciais, como a atenção, a imaginação e o pensamento crítico, resultantes da exposição precoce e excessiva aos ecrãs. Defende-se que as instituições estão a priorizar ferramentas digitais enquanto negligenciam a saúde mental e as fragilidades emocionais das novas gerações. O papel do docente é reafirmado como um guia emocional insubstituível, operando num cenário onde a aprendizagem exige uma mediação mais profunda. Em última análise, a fonte sustenta que a verdadeira inovação educativa reside no fortalecimento do vínculo humano e na preparação da mente dos estudantes, e não apenas na automatização de processos.
By Jorge BorgesO futuro da educação não deve focar-se exclusivamente na tecnologia ou na inteligência artificial, mas sim no desenvolvimento humano e no bem-estar. A autora alerta para o declínio de capacidades cognitivas essenciais, como a atenção, a imaginação e o pensamento crítico, resultantes da exposição precoce e excessiva aos ecrãs. Defende-se que as instituições estão a priorizar ferramentas digitais enquanto negligenciam a saúde mental e as fragilidades emocionais das novas gerações. O papel do docente é reafirmado como um guia emocional insubstituível, operando num cenário onde a aprendizagem exige uma mediação mais profunda. Em última análise, a fonte sustenta que a verdadeira inovação educativa reside no fortalecimento do vínculo humano e na preparação da mente dos estudantes, e não apenas na automatização de processos.

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