
Sign up to save your podcasts
Or


Uma pessoa, que há algum tempo não vinha se sentindo bem, fez a seguinte reflexão:
“Todos os anos faço um check-up para avaliar minha saúde. Mas, outro dia, resolvi fazer algo diferente… fui a um hospital muito especial.
O hospital da alma.
Cheguei lá me queixando de um cansaço que não era só do corpo. Falei de dores acumuladas pelo tempo… de um coração descompassado pelas preocupações… e do peso das responsabilidades.
Logo na chegada, mediram minha pressão.
Estava baixa… de ternura.
Fazia tempo que eu não exercitava isso.
Quando verificaram minha temperatura, o resultado foi alto… de egoísmo.
E ali eu entendi.
Tenho guardado demais… e compartilhado de menos.
Sempre achei que alguém faria a sua parte.
E, por isso… eu me ausentei da minha.
No exame do coração, o diagnóstico foi direto: preciso de uma ponte… de afeto.
Algumas partes estavam bloqueadas pela falta de cuidado, de presença, de conexão.
Na avaliação dos movimentos, descobriram algo ainda mais duro: dificuldade de caminhar ao lado de alguém.
Tenho escolhido ir sozinho… mais rápido… sem ser interrompido.
Também foi constatada uma limitação para abraçar.
Motivo: uma queda provocada pela própria vaidade.
Nos olhos, miopia.
Não consigo enxergar além das aparências.
Na audição, um bloqueio.
Excesso de ruídos… falta de escuta verdadeira.
A consulta não custou nada.
Recebi alta… e uma receita.
Simples. Profunda. Transformadora.
Ao acordar, uma dose de gratidão.
Ao encontrar alguém, um gesto sincero de gentileza.
De hora em hora, pequenas porções de paciência… com humildade.
Ao voltar para casa, uma aplicação generosa de presença.
E antes de dormir… cápsulas de consciência tranquila.
Saí de lá com uma certeza:
Se eu seguir esse tratamento…
minha vida muda.
Porque, no fim das contas…
a gente não adoece só no corpo.
A gente adoece… quando deixa de sentir, de olhar, de ouvir… de cuidar.
E talvez a cura…
esteja exatamente nas coisas simples
que a gente vem deixando passar.
By Grupo ArautoUma pessoa, que há algum tempo não vinha se sentindo bem, fez a seguinte reflexão:
“Todos os anos faço um check-up para avaliar minha saúde. Mas, outro dia, resolvi fazer algo diferente… fui a um hospital muito especial.
O hospital da alma.
Cheguei lá me queixando de um cansaço que não era só do corpo. Falei de dores acumuladas pelo tempo… de um coração descompassado pelas preocupações… e do peso das responsabilidades.
Logo na chegada, mediram minha pressão.
Estava baixa… de ternura.
Fazia tempo que eu não exercitava isso.
Quando verificaram minha temperatura, o resultado foi alto… de egoísmo.
E ali eu entendi.
Tenho guardado demais… e compartilhado de menos.
Sempre achei que alguém faria a sua parte.
E, por isso… eu me ausentei da minha.
No exame do coração, o diagnóstico foi direto: preciso de uma ponte… de afeto.
Algumas partes estavam bloqueadas pela falta de cuidado, de presença, de conexão.
Na avaliação dos movimentos, descobriram algo ainda mais duro: dificuldade de caminhar ao lado de alguém.
Tenho escolhido ir sozinho… mais rápido… sem ser interrompido.
Também foi constatada uma limitação para abraçar.
Motivo: uma queda provocada pela própria vaidade.
Nos olhos, miopia.
Não consigo enxergar além das aparências.
Na audição, um bloqueio.
Excesso de ruídos… falta de escuta verdadeira.
A consulta não custou nada.
Recebi alta… e uma receita.
Simples. Profunda. Transformadora.
Ao acordar, uma dose de gratidão.
Ao encontrar alguém, um gesto sincero de gentileza.
De hora em hora, pequenas porções de paciência… com humildade.
Ao voltar para casa, uma aplicação generosa de presença.
E antes de dormir… cápsulas de consciência tranquila.
Saí de lá com uma certeza:
Se eu seguir esse tratamento…
minha vida muda.
Porque, no fim das contas…
a gente não adoece só no corpo.
A gente adoece… quando deixa de sentir, de olhar, de ouvir… de cuidar.
E talvez a cura…
esteja exatamente nas coisas simples
que a gente vem deixando passar.