Abracemos num silêncio criativo a nossa finitude. Revisitem-se em memórias vivas, todos os que perdemos e aprendamos a cada 1 de Novembro que o medo é um móbil da vida.
Abracemos num silêncio criativo a nossa finitude. Revisitem-se em memórias vivas, todos os que perdemos e aprendamos a cada 1 de Novembro que o medo é um móbil da vida.