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"O monstro ainda está lá..."
Ela acordou do sonho
E viu o quanto a realidade dói.
Tapas, chutes, agressões...
É o que se constrói.
Ela fica caladinha.
Calma meu bebê...
Um dia isso vai mudar.
Da pena de ver...
Mas ela precisa se calar,
Senão, vai doer...
Gritar, vai doer.
Falar, vai doer.
Ela se esconde,
Dentro dela mesma.
E fica ali presa.
A se corroer.
Os sonhos dela acordaram.
Os vasos já se quebraram.
Não há mais como colar...
Não há mais o que perder...
Resista bebê, mas grite!
Resista bebê, mas fale!
Resista bebê, e chore!
Resista bebê, e grave...
O monstro ainda está lá...
E Continuará,
Enquanto você não berrar!
Só assim... isso pode acabar.
Rodrigo Quintella.
Gostou? Encante alguém com poesia e compartilhe!
By Escritor Rodrigo Quintella"O monstro ainda está lá..."
Ela acordou do sonho
E viu o quanto a realidade dói.
Tapas, chutes, agressões...
É o que se constrói.
Ela fica caladinha.
Calma meu bebê...
Um dia isso vai mudar.
Da pena de ver...
Mas ela precisa se calar,
Senão, vai doer...
Gritar, vai doer.
Falar, vai doer.
Ela se esconde,
Dentro dela mesma.
E fica ali presa.
A se corroer.
Os sonhos dela acordaram.
Os vasos já se quebraram.
Não há mais como colar...
Não há mais o que perder...
Resista bebê, mas grite!
Resista bebê, mas fale!
Resista bebê, e chore!
Resista bebê, e grave...
O monstro ainda está lá...
E Continuará,
Enquanto você não berrar!
Só assim... isso pode acabar.
Rodrigo Quintella.
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