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Acesse nosso Google Drive onde armazenamos nosso acervo de áudios em mp3. Grande coleção de livros e textos de muitos dos trabalhos publicados por Krishnamurti, e diversos autores. Ebooks e textos nos formatos PDF, ePub, e mobi ( Kindle ).
https://linktr.ee/Gestao.de.si
Compilação sobre o tema do observador e o observado de J. Krishnamurti
Locução gentilmente cedida de forma totalmente colaborativa por: Luiz Rocha e Márcio Simão
"Enquanto eu estou psicologicamente separado daquilo que percebo em mim como inveja, tento superar a inveja; mas esse ―"eu", o fazedor do esforço para superar a inveja, é diferente da inveja? Ou eles são ambos o mesmo, só que o ―"eu" se separou da inveja para poder superá-la porque sente que ela é dolorosa, e por várias outras razões, Mas essa própria separação é a causa da inveja. (...) uma mente que é invejosa nunca fica tranquila, porque está sempre comparando, sempre tentando se tornar algo que não é; e se a gente se debruçar neste problema da inveja radicalmente, profundamente, chegaremos inevitavelmente a isso — se a entidade que deseja se livrar da inveja não é a própria inveja. Quando compreendemos que é a própria inveja que quer se livrar da inveja, então a mente está consciente do sentimento chamado inveja, sem qualquer condenação ou tentativa de se livrar da inveja*. Disso surge o problema: existe sentimento se não há verbalização? Porque a própria palavra inveja é condenatória, não é? Há sentimento de inveja se eu não nomeio esse sentimento? Pelo próprio nomear, não estou mantendo esse sentimento?"
By KrishnamurtiAcesse nosso Google Drive onde armazenamos nosso acervo de áudios em mp3. Grande coleção de livros e textos de muitos dos trabalhos publicados por Krishnamurti, e diversos autores. Ebooks e textos nos formatos PDF, ePub, e mobi ( Kindle ).
https://linktr.ee/Gestao.de.si
Compilação sobre o tema do observador e o observado de J. Krishnamurti
Locução gentilmente cedida de forma totalmente colaborativa por: Luiz Rocha e Márcio Simão
"Enquanto eu estou psicologicamente separado daquilo que percebo em mim como inveja, tento superar a inveja; mas esse ―"eu", o fazedor do esforço para superar a inveja, é diferente da inveja? Ou eles são ambos o mesmo, só que o ―"eu" se separou da inveja para poder superá-la porque sente que ela é dolorosa, e por várias outras razões, Mas essa própria separação é a causa da inveja. (...) uma mente que é invejosa nunca fica tranquila, porque está sempre comparando, sempre tentando se tornar algo que não é; e se a gente se debruçar neste problema da inveja radicalmente, profundamente, chegaremos inevitavelmente a isso — se a entidade que deseja se livrar da inveja não é a própria inveja. Quando compreendemos que é a própria inveja que quer se livrar da inveja, então a mente está consciente do sentimento chamado inveja, sem qualquer condenação ou tentativa de se livrar da inveja*. Disso surge o problema: existe sentimento se não há verbalização? Porque a própria palavra inveja é condenatória, não é? Há sentimento de inveja se eu não nomeio esse sentimento? Pelo próprio nomear, não estou mantendo esse sentimento?"