Dentro dos nossos sentimentos, nos comunicamos, dentro de nossas experiências e educação, não colocamos a comunicação como prioridade. E se colocássemos? E se falar sobre tudo se tornasse um hábito? Um hábito de falar e de ouvir, um hábito de acolher o que falam para nós, mesmo que o outro esteja não consiga se expressar bem.