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Ontem à noite, depois dos aumentos absurdos anunciados pela Petrobras para os preços da gasolina, diesel e álcool, uma cena do passado, num flash de memória de muitos, invadiu o presente. As filas nos postos de combustível lembraram literalmente as filas que formavam nos anos 70 do século XX, quando aconteceram os dois “choques do petróleo”. Naquela época o País vivia uma situação completamente diferente. Não tínhamos nenhuma reserva, o consumo interno era atendido pela importação do produto. Foi nesse período que nasceu o Proálcool e os primeiros carros movidos as este novo combustível. No começo foi difícil, porém com o tempo a tecnologia foi sendo aperfeiçoada e muitos brasileiros passaram a utilizar o produto sem grandes questionamentos. O Proálcool foi um sucesso!
Aquele choque serviu de lição. A Petrobrás investiu em pesquisas e ampliou a busca por novas áreas petrolíferas. O pré-sal, em alto mar, é o maior exemplo, tornou o País quase que autossuficiente. Refinarias também foram construídas. Tudo isso sob o monopólio da Petrobrás. Afinal, trata-se de um setor estratégico para o Brasil. Os aumentos de preços desta semana por certo fizeram chorar os consumidores brasileiros e, no seu inverso, gargalhar os acionistas da Petrobrás, que receberão ao final deste exercício, poupudos rendimentos.
Este aumento absurdo de preços, é óbvio, vai refletir na inflação, que segue avançando célere. São como elos de uma corrente. Um está ligado ao outro. O aumento de preços dos combustíveis vai provocar aumento dos preços dos produtos de diferentes setores, inclusive os de alimentos e higiene. A fatia mais vulnerável da população é que sentirá os reflexos dessas elevações. Tudo no Brasil se movimenta por estradas, carros e caminhões, ambos movidos a combustíveis fosseis!
A internacionalização dos preços da Petrobrás não é culpa de Bolsonaro. Não, não é. Mas sim do governo Temer, que assumiu o governo após o golpe desferido contra o governo eleito da presidente Dilma Rousseff. Ele, com o seu programa “ponte para o futuro”, não só internacionalizou os preços da Petrobrás, como eliminou os direitos trabalhistas e deu os primeiros passos para a reforma da presidência. Este governo, de Bolsonaro, tem culpa porque assumiu o País sem um plano para o seu desenvolvimento e crescimento. Preocupou-se apenas com os seus é aqueles do seu condomínio, ou seja, seus apoiadores. O mesmo pode se dizer do seu ministro da economia, que assumiu a pasta sem um plano econômico. Porém, ele se autodefine como neoliberal.
Pois bem, a incompetência de ambos levou, após cinco anos do golpe, a situação que agora o País vive: desemprego, atraso e miséria. E os aumentos abusivos da Petrobrás vão, certamente, agravar ainda mais a situação de milhões de brasileiros. Não existe política de preços. Este governo é omisso e apenas faz discursos para agradar a trupe.
O Congresso Nacional, o pior da história, vale ressaltar, age, por sua vez, apenas para inglês ver. Porém, são incompetentes preocupados somente em preservar o próximo mandato. Em lugar do mundo, nem nos governos mais fechados, existe orçamento secreto. Mas aqui existe. E existe por o País tem um governo fraco, que não executa, apenas protege a si e aos seus1
Ontem à noite, depois dos aumentos absurdos anunciados pela Petrobras para os preços da gasolina, diesel e álcool, uma cena do passado, num flash de memória de muitos, invadiu o presente. As filas nos postos de combustível lembraram literalmente as filas que formavam nos anos 70 do século XX, quando aconteceram os dois “choques do petróleo”. Naquela época o País vivia uma situação completamente diferente. Não tínhamos nenhuma reserva, o consumo interno era atendido pela importação do produto. Foi nesse período que nasceu o Proálcool e os primeiros carros movidos as este novo combustível. No começo foi difícil, porém com o tempo a tecnologia foi sendo aperfeiçoada e muitos brasileiros passaram a utilizar o produto sem grandes questionamentos. O Proálcool foi um sucesso!
Aquele choque serviu de lição. A Petrobrás investiu em pesquisas e ampliou a busca por novas áreas petrolíferas. O pré-sal, em alto mar, é o maior exemplo, tornou o País quase que autossuficiente. Refinarias também foram construídas. Tudo isso sob o monopólio da Petrobrás. Afinal, trata-se de um setor estratégico para o Brasil. Os aumentos de preços desta semana por certo fizeram chorar os consumidores brasileiros e, no seu inverso, gargalhar os acionistas da Petrobrás, que receberão ao final deste exercício, poupudos rendimentos.
Este aumento absurdo de preços, é óbvio, vai refletir na inflação, que segue avançando célere. São como elos de uma corrente. Um está ligado ao outro. O aumento de preços dos combustíveis vai provocar aumento dos preços dos produtos de diferentes setores, inclusive os de alimentos e higiene. A fatia mais vulnerável da população é que sentirá os reflexos dessas elevações. Tudo no Brasil se movimenta por estradas, carros e caminhões, ambos movidos a combustíveis fosseis!
A internacionalização dos preços da Petrobrás não é culpa de Bolsonaro. Não, não é. Mas sim do governo Temer, que assumiu o governo após o golpe desferido contra o governo eleito da presidente Dilma Rousseff. Ele, com o seu programa “ponte para o futuro”, não só internacionalizou os preços da Petrobrás, como eliminou os direitos trabalhistas e deu os primeiros passos para a reforma da presidência. Este governo, de Bolsonaro, tem culpa porque assumiu o País sem um plano para o seu desenvolvimento e crescimento. Preocupou-se apenas com os seus é aqueles do seu condomínio, ou seja, seus apoiadores. O mesmo pode se dizer do seu ministro da economia, que assumiu a pasta sem um plano econômico. Porém, ele se autodefine como neoliberal.
Pois bem, a incompetência de ambos levou, após cinco anos do golpe, a situação que agora o País vive: desemprego, atraso e miséria. E os aumentos abusivos da Petrobrás vão, certamente, agravar ainda mais a situação de milhões de brasileiros. Não existe política de preços. Este governo é omisso e apenas faz discursos para agradar a trupe.
O Congresso Nacional, o pior da história, vale ressaltar, age, por sua vez, apenas para inglês ver. Porém, são incompetentes preocupados somente em preservar o próximo mandato. Em lugar do mundo, nem nos governos mais fechados, existe orçamento secreto. Mas aqui existe. E existe por o País tem um governo fraco, que não executa, apenas protege a si e aos seus1