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Na madrugada do dia 23 de junho de 1996, PC Farias e sua namorada, Suzana Marcolino, foram encontrados mortos a tiros em sua cama, na casa de veraneio do tesoureiro.
Na semana de seu assassinato, PC Farias iria depor em uma CPI. O tesoureiro entregaria os nomes dos empresários que alimentaram os esquemas corruptos de Fernando Collor de Mello.
O secretário de justiça e o delegado local declararam no mesmo dia que havia ocorrido um crime passional: um assassinato seguido de um suicídio. Porém, a família de PC Farias ainda desconfiava de uma possível farsa, apenas seu irmãos não via problemas na versão oficial.
Ao longo daquele ano, muitas publicações de jornais e revistas contestavam a versão oficial, apontando controvérsias no laudo preliminar. O clima de desconfiança logo contaminou a população brasileira, que pedia por novas investigações. Legistas e peritos começaram a reunir-se em todo o país para, de forma independente, coletar provas e apontar as contradições da investigação oficial.
Em abril de 1997, o clamor popular por uma nova investigação recaiu sob o nome de George Sanguinetti. O legista apresentou um dossiê no qual contestava o laudo oficial emitido por Badan Palhares.
Depois que Sanguinetti apresentou seu laudo, o Ministério Público reabriu as investigações. A polícia exumou os corpos e analisou as provas novamente, descobrindo muitas inconsistências no laudo oficial.
Indiciado por encomendar o assassinato do irmão, Augusto Farias se utilizou do foro privilegiado por ser deputado federal. Ao final do julgamento, os jurados reconheceram que Paulo César Farias e Suzana Marcolino foram ambos de fato assassinados. Porém, decidiram também que os réus não deveriam ser punidos pelos crimes, sendo todos absolvidos por clemência.
A sentença que absolveu os policiais militares não soluciona o caso. Nunca se saberá quem matou PC Farias e Suzana Marcolino. Os segredos de PC Farias, foram enterrados juntos com seu corpo… Será?
É isso que iremos investigar no Agentes do Tarot.
By Agentes do TarotNa madrugada do dia 23 de junho de 1996, PC Farias e sua namorada, Suzana Marcolino, foram encontrados mortos a tiros em sua cama, na casa de veraneio do tesoureiro.
Na semana de seu assassinato, PC Farias iria depor em uma CPI. O tesoureiro entregaria os nomes dos empresários que alimentaram os esquemas corruptos de Fernando Collor de Mello.
O secretário de justiça e o delegado local declararam no mesmo dia que havia ocorrido um crime passional: um assassinato seguido de um suicídio. Porém, a família de PC Farias ainda desconfiava de uma possível farsa, apenas seu irmãos não via problemas na versão oficial.
Ao longo daquele ano, muitas publicações de jornais e revistas contestavam a versão oficial, apontando controvérsias no laudo preliminar. O clima de desconfiança logo contaminou a população brasileira, que pedia por novas investigações. Legistas e peritos começaram a reunir-se em todo o país para, de forma independente, coletar provas e apontar as contradições da investigação oficial.
Em abril de 1997, o clamor popular por uma nova investigação recaiu sob o nome de George Sanguinetti. O legista apresentou um dossiê no qual contestava o laudo oficial emitido por Badan Palhares.
Depois que Sanguinetti apresentou seu laudo, o Ministério Público reabriu as investigações. A polícia exumou os corpos e analisou as provas novamente, descobrindo muitas inconsistências no laudo oficial.
Indiciado por encomendar o assassinato do irmão, Augusto Farias se utilizou do foro privilegiado por ser deputado federal. Ao final do julgamento, os jurados reconheceram que Paulo César Farias e Suzana Marcolino foram ambos de fato assassinados. Porém, decidiram também que os réus não deveriam ser punidos pelos crimes, sendo todos absolvidos por clemência.
A sentença que absolveu os policiais militares não soluciona o caso. Nunca se saberá quem matou PC Farias e Suzana Marcolino. Os segredos de PC Farias, foram enterrados juntos com seu corpo… Será?
É isso que iremos investigar no Agentes do Tarot.

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