É por isso que, pra mim, comunicar tem esse quê mágico de clareza, de considerar que nem todo mundo sabe o que é óbvio pra gente e é exatamente por isso que a gente troca e é através disso que a gente toca o pensamento do outro. É no não saber que a gente desperta, e a melhor parte: é nessa construção de conhecimento que a gente cria possibilidades e atravessa pontes. Não digo aqui que enriquecer nossa própria biblioteca interna de conhecimento nos torne desinteressantes ou monótonos, mas sim que precisamos diversificar essas fontes, enxergar mais tesouros dentro da gente e buscar tanta informação e referências inusitadas a ponto de nos identificarmos, apreciarmos e consumirmos coisas diferentes. Isso não muda o centro das mensagens ou do que almejamos como comunidade, povo ou indivíduo. Isso apenas cria mais caminhos de força e potência para o que é original, além dos convencionais e de senso comum.
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