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Enquanto somos mais jovens, não nos preocupamos com quase nada, a não ser com nosso próprio egoísmo, só queremos satisfazer nossos desejos ignorantes. Mas com o passar do tempo, uma transmutação dolorosa acontece e algumas pessoas começam a negar os vícios, as repetições, os padrões e percebem que todos nós um dia vamos morrer. Hoje eu tenho 43 anos e só depois dos 35 anos eu comecei a perceber a importância da honestidade, da sobriedade, do movimento real da vida, comecei a enxergar claramente meus defeitos, meus acertos e como é difícil equilibrar isso, pois erramos muito mais do sabemos nos controlar.
Esse é o ducentésimo septuagésimo nono episódio da série DIÁLOGOS SOBRE A VIDA, onde trabalho a necessidade de nos enxergarmos exatamente como somos por dentro e por fora e, se não gostarmos do que descobrirmos, que então, nos alteremos.
DIÁLOGOS SOBRE A VIDA (em ordem): https://bit.ly/2OVakcJ
By Daniel PátaroEnquanto somos mais jovens, não nos preocupamos com quase nada, a não ser com nosso próprio egoísmo, só queremos satisfazer nossos desejos ignorantes. Mas com o passar do tempo, uma transmutação dolorosa acontece e algumas pessoas começam a negar os vícios, as repetições, os padrões e percebem que todos nós um dia vamos morrer. Hoje eu tenho 43 anos e só depois dos 35 anos eu comecei a perceber a importância da honestidade, da sobriedade, do movimento real da vida, comecei a enxergar claramente meus defeitos, meus acertos e como é difícil equilibrar isso, pois erramos muito mais do sabemos nos controlar.
Esse é o ducentésimo septuagésimo nono episódio da série DIÁLOGOS SOBRE A VIDA, onde trabalho a necessidade de nos enxergarmos exatamente como somos por dentro e por fora e, se não gostarmos do que descobrirmos, que então, nos alteremos.
DIÁLOGOS SOBRE A VIDA (em ordem): https://bit.ly/2OVakcJ