O Sul em Cima - USP

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O Sul em Cima - USP episodes

  • O Sul em Cima: programa destaca os trabalhos de Dora Morelenbaum, Caro Pierotto e Júlia Guedes
    Dora Morelenbaum cresceu cercada pela música. Filha do maestro Jaques Morelenbaum e da cantora Paula Morelenbaum, ela viveu desde cedo em um ambiente onde a criatividade sonora era parte do cotidiano familiar. Essa herança não apenas moldou seu gosto musical, mas também preparou o caminho para sua atuação profissional na indústria da música. A carreira individual de Dora começou em 2021 com o lançamento do EP Vento de Beirada. Em 2024, Dora lançou seu primeiro álbum completo, Pique.O disco ganhou repercussão em veículos de imprensa cultural brasileiros e foi elogiado por unir elementos da canção brasileira com sonoridades contemporâneas. Esse equilíbrio entre tradição e inovação marca a identidade de seu trabalho solo. A sonoridade de Dora Morelenbaum mescla influências da MPB tradicional com elementos de samba-jazz, música eletrônica e experimentalismo. Vamos ouvir nesse edição, alguns trabalhos de Dora Morelenbaum, como os singles Ânima, Et des Mandolines e as músicas Venha Comigo e A Melhor Saída do álbum Pique.
    A cantora e compositora brasileira Caro Pierotto apresenta seu novo single, "Arrepio", um samba contemporâneo, alegre e cheio de energia que celebra a intuição, a sabedoria ancestral e a capacidade tão brasileira de encontrar alegria e significado nos caminhos da vida. Composta em parceria com o guitarrista e produtor musical Grecco Buratto, "Arrepio" combina o ritmo contagiante do samba, a voz marcante de Caro e uma mensagem otimista que fala sobre uma experiência universal: aprender a confiar naquilo que sentimos, mesmo quando a razão não consegue explicar.
    Natural do sul do Brasil e radicada em Los Angeles há quase duas décadas, Caro Pierotto construiu uma carreira internacional levando a música brasileira a públicos de diferentes culturas. Sua sonoridade transita entre o samba, a bossa nova, a MPB e influências internacionais, refletindo uma identidade artística que ultrapassa gêneros, idiomas e fronteiras.
    Bisneta de Godofredo Guedes, neta de Beto Guedes, sobrinha de Ian Guedes e filha de Gabriel Guedes e da compositora Naissa Rajão, Júlia Guedes lança seu primeiro álbum pela Dobra Discos. O disco "Álbum Vermelho", lançado em agosto de 2026,  marca a estreia solo da artista, que assume neste trabalho as funções de cantora, compositora, multi-instrumentista, produtora musical, diretora criativa e designer. Quase todas as faixas do álbum são de autoria de Júlia. A exceção é "A Página do Relâmpago Elétrico", parceria histórica entre Beto Guedes e Ronaldo Bastos, incluída como uma referência direta ao legado familiar.  O repertório transita entre a MPB, o pop e o jazz, refletindo as influências que marcam a trajetória da artista. De Júlia Guedes, vamos ouvir músicas do novo trabalho “Álbum Vermelho”.
    53 min
  • O Sul em Cima: Antonio Adolfo e Alfredo Del-Penho & Pedro Paulo Malta lançam novos trabalhos
    Após gravar mais de duas dezenas de álbuns ao longo de uma carreira notável de seis décadas, o pianista, compositor e arranjador Antonio Adolfo continua a beber de uma fonte de criatividade que parece inesgotável. A rica herança musical brasileira – moldada por tradições europeias, africanas e indígenas – deu origem a diversos gêneros. Dessa vez, o pianista de renome internacional e inovador do jazz latino apresenta "Balaios", um novo álbum que olha tanto para o passado quanto para o futuro. Embora concebido e gravado nos últimos meses, o álbum abrange toda uma vida dedicada à música. As  composições aqui reunidas foram escritas em diferentes fases da trajetória artística de Adolfo, criando uma autobiografia musical de ideias, memórias e melodias que continuam a ressoar com vitalidade renovada.
    Balaios, tradicionalmente usado na Bahia, são cestos tecidos carregados na cabeça das mulheres de ascendência africana. Comuns no Nordeste do Brasil, onde a cestaria tradicional é uma profunda expressão de identidade, os balaios são feitos de fibras naturais, como cipó e palha, e são utilizados para transportar alimentos e mercadorias. Simbolicamente, eles também carregam significado – como trabalho, resiliência, ancestralidade e abundância. Adolfo explica: "Em muitos aspectos, um álbum também é um balaio. Nele, um músico reúne o que cultivou ao longo do tempo - ideias, memórias e melodias. Cada peça é cuidadosamente colocada dentro, moldada não só pelo momento em que nasceu, mas transportada para o presente com um significado renovado."
    Vinte e um anos depois do lançamento do álbum “Dois Bicudos”, Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta apresentam ao público “Bicudos Dois”, álbum que retoma e atualiza a tradição das duplas vocais no samba brasileiro.
    Mais do que um resgate histórico, Bicudos Dois propõe uma escuta renovada para essa tradição, trazendo novas interpretações, novos contornos vocais e uma estrutura musical que aproxima o passado da sensibilidade atual. Ao mesmo tempo, reafirma o compromisso dos artistas com a pesquisa e a preservação da memória do samba, ampliando o acesso a um repertório sofisticado e, muitas vezes, pouco conhecido do grande público. Bicudos Dois é, ao mesmo tempo, um tributo e uma renovação. Um disco que celebra vinte anos de história, mas que se volta ao presente para mostrar a força e a beleza do samba interpretado em dupla: um patrimônio artístico que segue vivo, pulsante e indispensável na cultura brasileira.
    51 min
  • O Sul em Cima: Edição mostra os trabalhos de Valéria Barcellos e Catto
    Valéria Barcellos  é uma mulher trans negra. A multiartista que fez sucesso na novela “Terra e Paixão” da TV Globo, voltou para a música em grande estilo e lançando seu primeiro álbum em 2024. Celebrando o seu melhor momento da carreira, o álbum Saraval, produzido por André Moraes,  mostra toda diversidade musical e poder pop da artista. Valéria é de Santo Ângelo, interior do Rio Grande do Sul. Há mais de 20 anos Valéria adentrou o mundo da música e das artes. Começou cantando em bailes pelo estado e para conquistar seu espaço e aceitação veio para Porto Alegre onde ficou famosa como Valéria Houston pela semelhança com a diva americana. Com sua personalidade e multiplicidade artística firmou seu próprio nome como uma das maiores artistas gaúchas. Durante o período de descoberta e tratamento de um câncer, Valéria Barcellos decidiu registrar suas vivências e memórias em texto. O conteúdo daria origem ao livro Transradioativa, onde ela faz um relato sensível sobre o processo de cura da doença, além de trazer luz para temas como racismo, misoginia e transfobia.
    Ao debutar em disco com o EP Saga (2009), Catto se revelou intérprete de fôlego, vindo do sul do Brasil sem evocações das tradições musicais gaúchas. Nascida em Lajeado (RS) em 1987 e criada em Porto Alegre (RS), Catto se radicou em São Paulo (SP), cidade cosmopolita onde passou por processo de reposicionamento social, corporal e musical. Catto é uma artista trans e não binária, é cantora, compositora, instrumentista, ilustradora e designer. Hoje, sua música transita por gêneros como MPB, pop romântico e rock alternativo, sendo marcada por letras profundas e interpretações hipnotizantes. Catto é considerada uma das figuras mais autênticas e inspiradoras da música nacional atualmente e também um ícone LGBTQIAPN+, sendo uma voz que transcende a música, desafiando as normas de gênero e celebrando a liberdade artística.
    Nessa edição, vamos ouvir músicas do álbum "Saraval" de Valéria Barcellos e a canção Transradioativa do projeto A Voz Suprema do Samba é a Liberdade. Música com interpretação de Valéria Barcellos e participação de Cristal. Também vamos conhecer o trabalho de Catto com músicas dos álbuns "Belezas São Coisas Acesas por Dentro" e "Caminhos Selvagens".
    47 min
  • O Sul em Cima: programa destaca o trabalho de Glênio Bohrer
    Glênio Bohrer é compositor e músico porto-alegrense, além de professor e pesquisador da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS.
    Em 2025, Glênio Bohrer mergulhou ainda mais fundo em sua produção musical e apresentou o projeto "Embaraço", uma obra em dois volumes. "Embaraço", segundo trabalho musical do artista, reúne canções originais que enveredam por diversos caminhos da MPB, com a participação de grandes nomes da música gaúcha. Com uma escrita sensível e sofisticada, Glênio convidou 16 vozes para dar vida a cada uma das composições, que atravessam diferentes paisagens sonoras. "Embaraço" é um verdadeiro encontro entre palavra, melodia e afeto - costurado por décadas de composições que agora ganham corpo, som e sentido. O álbum traz um repertório bem eclético e abrange um universo musical vasto e diversificado. A mistura inclui samba, afro-samba, elementos do candomblé, influências caribenhas, um foxtrot (Dança dos Anéis) e uma sonoridade que evoca a música regional praiana. Glênio Bohrer começou a compor ainda nos tempos do colégio, na companhia de Aldo Votto e Claudio DusSantos. A parceria, que perdura até os dias de hoje, aparece retratada em várias composições deste novo trabalho. É uma amizade de quase 50 anos, conforme conta Glênio: "Somos contemporâneos, crescemos curtindo as mesmas músicas: muita MPB e os clássicos do samba. Nossos ídolos eram os grandes autores e intérpretes daquele período, que inspiraram muitas das canções".
    Nessa edição de O Sul em Cima, vamos conhecer músicas do álbum "Embaraço" de Glênio Bohrer.
    51 min
  • O Sul em Cima: programa destaca os trabalhos do Grupo Tamanduá, Chico Buarque, Zizi Possi e Banda Selton
    O projeto Tamanduá (de Firenze - Itália) nasceu da efervescência criativa do violonista Pino Arborea, músico com apurada habilidade como arranjador, qualidade que lhe permitiu retrabalhar algumas das peças mais significativas da grande cultura musical brasileira e ajustá-los sob medida para  três vozes femininas.  Diversas cantoras se juntaram ao grupo ao longo dos anos. Desde 2018, a nova formação inclui Claudia Moretti, Cristina Rizzo e Luciana Camarda.
    Em 1970 foi lançado o álbum  Per un pugno di samba de Chico Buarque com arranjos de Ennio Morricone. Compositor, maestro e arranjador que orquestrou trilhas sonoras de filmes com rara maestria, Ennio Morricone (1928–2020) nunca escondeu a admiração pela música brasileira. Apresentado a Chico pelo compositor italiano Sergio Bardotti (1939 – 2007), letrista que verteu músicas do compositor carioca para o idioma da Itália, Morricone aceitou imediatamente o convite para arranjar esse disco. Título pouco ouvido da discografia de Chico Buarque, Per un pugno di samba somente foi editado no Brasil em 2003, já em CD. Uma edição alternativa do disco, com as 12 músicas cantadas por Chico em português, se tornou ainda mais rara e nunca foi editada no Brasil em qualquer formato.
    Zizi Possi ou Maria Izildinha é neta e bisneta de italianos. Zizi começou a estudar piano bem cedo, aos 5 anos de idade. Dada a rapidez com que aprendia, mudou de professores e métodos muito rapidamente. Aos 18 anos foi morar com o irmão mais velho em Salvador, onde ficava a Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, considerada a melhor da América Latina na época. Nesta escola cursou Composição e Regência durante 2 anos. Em 1997 surge a proposta de gravar um CD em italiano (‘Per Amore’) de estrondoso sucesso, aplaudido pela crítica e pelo público.
    A Selton é uma banda de indie pop formada por músicos gaúchos de Porto Alegre que moram e fazem sucesso na Itália. A formação original contava com Ramiro Levy, Daniel Plentz, Eduardo Stein Dechtiar e Ricardo Fischmann (que saiu em 2017). Em 2005 e 2006, eles foram morar em Barcelona, na Espanha, onde começaram a tocar covers dos Beatles nas ruas. Um produtor italiano chamado Gaetano Cappa viu o grupo tocar, gostou do talento deles e os convidou para gravar um álbum na Itália.
    Nessa edição de O Sul em Cima, vamos mostrar músicas interpretadas por esses grandes artistas que fazem uma homenagem à música italiana, promovendo uma conexão, um intercâmbio entre a cultura italiana e brasileira.
    48 min
  • O Sul em Cima: Kleiton & Kledir apresentam o projeto infantil “Par ou Ímpar” com grupo Tholl
    O Dia das Crianças está se aproximando, então vamos mostrar nessa edição especial de O Sul em Cima, as músicas do Projeto Par ou Ímpar Ao Vivo. São registros do show de Kleiton & Kledir com o excelente grupo Tholl e que teve a direção de João Bachilli, responsável por criações que abrilhantam ainda mais as ótimas canções e tornam o espetáculo mágico e inesquecível. O Grupo Tholl é uma renomada companhia de circo-teatro sediada em Pelotas, no Rio Grande do Sul,  conhecida pelo estilo inovador de "novo circo" que mistura acrobacias, dança e teatro sem usar lona ou picadeiro. O Grupo Tholl é reconhecido como patrimônio cultural do RS.
    Dia 12 de outubro de 2026 às 18h (Dia das Crianças), Kleiton & Kledir & Grupo Tholl farão no  Auditório Araújo Vianna em Porto Alegre,  o espetáculo Par ou Ímpar. Um espetáculo musical, teatral e circense para toda a família. Um show fascinante com a alegria das canções de Kleiton & Kledir e a exuberância cênica do Grupo Tholl: malabares, trapezistas, bailarinos, pernas de pau, patins, bicicletas, coreografias acrobáticas e figurinos deslumbrantes. Quem mora ou estiver perto de Pelotas, também poderá ver esse lindo show no dia 10 de outubro às 19h no Theatro Guarany. Uma excelente oportunidade para conhecer ou rever o show.
    A viagem começa com a música Maria Fumaça rumo à Estação de Par ou Ímpar…como diz Kledir: ‘Maria Fumaça” foi a música que lançou Kleiton & Kledir. Desde crianças sempre fomos uma dupla, mas só nos demos conta disso quando nos apresentamos pilotando nosso trem de ferro no Festival da Tupi, em dezembro de 79. Essa locomotiva faz parte da nossa história. Tem nos levado a muitos lugares interessantes e agora nos proporciona uma travessia a um mundo de sonhos e fantasias: “Par ou Ímpar”, um lugar mágico, criado no palco pela exuberância cênica do Grupo Tholl.
    Vamos apresentar nessa edição especial de O Sul em Cima, as músicas do “Par ou Ímpar Ao Vivo” com Kleiton & Kledir e Grupo Tholl.
    51 min
  • O Sul em Cima: Programa destaca os trabalhos de Dessa Ferreira, Anis de Flor e Duo Orimã
    Pulso, primeiro álbum solo da artista lançado em 2023, reúne múltiplas facetas da cantora, compositora, multi-instrumentista e produtora musical Dessa Ferreira. Nascida em Brasília em 1989 e radicada em Porto Alegre,  Dessa destaca como um dos marcos de Pulso a graduação no curso de Música Popular da UFRGS, em 2018. Os primeiros contatos com o Rio Grande do Sul, há mais de uma década, foram marcados por descobertas.
    “Tinha aquela impressão de um estado europeizado, mas me deparei com diversas resistências, inclusive indígenas – apesar de eu saber que o Brasil é um território indígena, não ouvia falar muito. Entendi que, na verdade, o que não havia era uma valorização dessas presenças, mas elas existem e fazem arte”, contou Dessa.
    Cantora e compositora nascida em Florianópolis (SC), Anis de Flor expõe vivências e experiências como mulher negra e indígena no sul do Brasil ao longo das  músicas autorais apresentadas no seu primeiro EP Fértil, lançado em 2022.
    “Com Fértil, eu aposto muito na força de expressão, na escolha de não mais calar e, sim, dar voz à mim mesma, à minha jornada e aos lugares que muitas vezes me são negados. Quando comecei a escrever, não fiz isso com a intenção de transformar em música, mas aos poucos fui entendendo que uma coisa não se separava da outra e se dá conta de que compartilhar impressões sobre as coisas pode ser acalanto e força para quem ouve e se identifica”, relata Anis de Flor.
    O Duo Orimã é composto por Lu Starzynski e Nando Altenfelder. Formado oficialmente em 2025,  o Orimã constrói sua identidade artística a partir do cancioneiro popular brasileiro e das múltiplas matrizes afro-brasileiras presentes em manifestações como jongo, congada, bumba-meu-boi e samba de roda. A espiritualidade também atravessa o trabalho do duo, refletindo-se tanto na escolha do repertório quanto nas temáticas abordadas. O duo lançou uma trilogia musical voltada à cultura e espiritualidade afro-brasileira que ouviremos nessa edição de O Sul em Cima, além de canções de “Pulso” de Dessa Ferreira e ‘Fértil” de Anis de Flor.
    48 min
  • O Sul em Cima: Deni Domenico e Isabela Fogaça
    Músico, compositor, arranjador e produtor, Deni Domenico é um nome em ascensão na música brasileira contemporânea. Versátil no violão e no cavaquinho, atua intensamente no circuito da MPB, samba e choro, reunindo uma experiência consolidada em palcos e gravações com importantes nomes do gênero. Sua maior vocação, porém, é a composição: cuidadosa, intuitiva e poética, marcada por rimas ricas e metáforas que fogem do óbvio. “Seguir” é o terceiro álbum autoral de Deni Domenico, e marca um novo capítulo em sua trajetória. A obra mergulha nas contradições emocionais que fazem parte da experiência humana: desamor, separação e solidão dividem espaço com a esperança, a determinação e o desejo de recomeçar. E são músicas desse novo trabalho que vamos ouvir nessa edição de O Sul em Cima.
    Isabela Fogaça nasceu em Bagé e reside em Porto Alegre. Nutricionista formada pelo Instituto Metodista de Educação e Cultura, Isabela é casada com o professor, compositor e político José Fogaça que foi senador pelo Rio Grande do Sul e prefeito de Porto Alegre. Isabela Fogaça acostumou-se aos palcos participando dos festivais estudantis e dos festivais regionais de música nativa e popular que dominaram a cena cultural do RS nos anos 70 e 80. Destacou-se como intérprete, vencendo inúmeros festivais e deixando em cada cidade por onde andou a marca de seu talento, em um período de extraordinária efervescência cultural.
    Nesse programa, vamos mostrar algumas músicas com Isabela Fogaça, escolhidas por ela, especialmente para o programa.
    51 min
  • O Sul em Cima: Tim Bernardes e Cristian Sperandir são as atrações dessa edição especial
    Em Mil Coisas Invisíveis, seu segundo disco solo lançado em 2022, o artista e multi-instrumentista Tim Bernardes mostra por que é um dos mais talentosos compositores em atividade no Brasil. Cinco anos após o lançamento de Recomeçar, sua primeira incursão solo em meio à sólida carreira como integrante d'O Terno, Tim voltou aos temas de amor e perda, a travessia da vida e o seguir adiante. Os dois álbuns solo, foram indicados ao Grammy Latino. Martim Bernardes Pereira nasceu em SP em junho de 1991, mais conhecido como Tim Bernardes, filho do músico Maurício Pereira, é cantor, produtor e compositor. Como integrante, compositor e vocalista da banda O Terno, lançou quatro álbuns, além de dois em carreira solo e de participações em trabalhos de diversos artistas.
    Cristian Sperandir é um jovem pianista, tecladista, compositor, arranjador e produtor musical nascido em Osório (RS) e apontado como uma das revelações da música do Sul do Brasil. Formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ele se destaca como um dos grandes expoentes da música instrumental contemporânea e do jazz no sul do país, acumulando prêmios e participações de peso ao longo de sua trajetória. O álbum musical “Pianista de Oz”, de Cristian Sperandir, foi lançado em maio de 2025. O projeto é voltado à valorização do piano na música regional gaúcha e também se desdobrou em um livro homônimo, publicado em julho de 2025.
    52 min
  • O Sul em Cima: Ana Deriggi e Jéferson Dantas são as atrações do programa
    Em 2024, chegou nas plataformas digitais “É a Primeira Vez que Isso me Acontece”, o álbum de estreia de Ana Deriggi. O álbum de inéditas tem produção de Mário Manga, com quem Ana faz dupla no bem-sucedido projeto “O Bom e Velho”, interpretando clássicos do rock dos anos 60 e 70. É a primeira vez para Ana Deriggi: o primeiro álbum e o primeiro pacote de composições próprias que se tornam públicas. E isso depois de cerca de vinte anos de carreira, com os altos e baixos característicos do músico brasileiro da noite. De maneira involuntária, essa já longa trajetória parece ter preparado a cantora, compositora e violonista para este momento..
    Jéferson Silveira Dantas nasceu em 1973, é  gaúcho de Bagé/RS, historiador, ensaísta, cantor, compositor e músico autodidata. O álbum ‘O grito da cidade’ lançado em 2022, é a primeira experiência musical solo de Jéferson Dantas, que lançou em fevereiro de 2013 o álbum “A cada manhã’  com o grupo Casa da Ginga. As canções desse álbum traduzem suas principais influências (Vitor Ramil, Zé Ramalho, Raul Seixas, Caetano Veloso, Adriana Calcanhotto e Secos & Molhados).
    Nessa edição especial de O Sul em Cima, vamos conhecer a trajetória e a obra desses dois grandes artistas que vem trilhando um interessante caminho musical trazendo seus conhecimentos e experiências para enriquecer ainda mais seus trabalhos na música.
    53 min

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O programa idealizado e dirigido por Kleiton Ramil, da dupla Kleiton e Kledir, apresenta as criações artísticas do sul do país por meio de músicas, textos, entrevistas e outros elementos que formam um…