O tempo é o senhor do ritmo. Mas o homem é o senhor do tempo. Quando o sujeito organiza seu ritmo de acordo com os aspectos exteriores do seu ser, acaba vivendo uma inversão de forças. O ritmo se torna senhor do homem, que precisa cada vez mais se adequar à velocidade daquilo que está sendo exigido em seu contato com a máquina social