Em um gesto aparentemente comum, retirar o microfone ao fim de uma entrevista, Mônica Cunha é transportada para quase quatro décadas de profissão. Entre lembranças, melancolia e gratidão, ela reflete sobre o tempo, a finitude e o valor das experiências que colecionou ao longo da vida. Uma crônica sobre reconhecer a própria trajetória, compreender que cada capítulo deixa marcas e descobrir que nunca é tarde para recomeçar.