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Essa é uma história simbólica… sobre sentimentos que, se a gente não cuidar, podem nos consumir por dentro.
A filha chegou para o pai e disse:
— Pai, eu não aguento mais a minha vizinha… eu sinto uma raiva tão grande que isso já tá me fazendo mal.
O pai respondeu:
— Posso te ajudar… mas tem um porém: você vai ter que fazer as pazes com ela. Tratar ela melhor do que nunca. Ser gentil… paciente… carinhosa… menos egoísta. Escutar mais… retribuir sempre.
— Certo… — disse a filha, mesmo sem entender.
— Tá vendo este ‘pozinho’? Durante um mês, todos os dias, você vai colocar um pouco na comida dela.
Passados os 30 dias… a filha voltou desesperada:
— Pai… eu não quero mais que ela morra! Eu aprendi a gostar dela… e agora?
O pai respondeu com calma:
— Fica tranquila. O que eu te dei foi farinha de trigo. Ela nunca esteve em perigo…
O veneno… sempre esteve dentro de você.
Tem sentimentos que não matam ninguém…
mas vão matando a gente… aos poucos.
By Grupo ArautoEssa é uma história simbólica… sobre sentimentos que, se a gente não cuidar, podem nos consumir por dentro.
A filha chegou para o pai e disse:
— Pai, eu não aguento mais a minha vizinha… eu sinto uma raiva tão grande que isso já tá me fazendo mal.
O pai respondeu:
— Posso te ajudar… mas tem um porém: você vai ter que fazer as pazes com ela. Tratar ela melhor do que nunca. Ser gentil… paciente… carinhosa… menos egoísta. Escutar mais… retribuir sempre.
— Certo… — disse a filha, mesmo sem entender.
— Tá vendo este ‘pozinho’? Durante um mês, todos os dias, você vai colocar um pouco na comida dela.
Passados os 30 dias… a filha voltou desesperada:
— Pai… eu não quero mais que ela morra! Eu aprendi a gostar dela… e agora?
O pai respondeu com calma:
— Fica tranquila. O que eu te dei foi farinha de trigo. Ela nunca esteve em perigo…
O veneno… sempre esteve dentro de você.
Tem sentimentos que não matam ninguém…
mas vão matando a gente… aos poucos.