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De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 140 milhões de pessoas sofrem com transtorno de bipolaridade no mundo. Para falar sobre este assunto, Sergei Cobra conversou com o médico Psiquiatra Ariel Mazur Lipman.
Segundo Lipman, o grande problema das pessoas que sofrem com biporalidade está na recusa do próprio paciente e da família em aceitar a doença. Ele conta que o tratamento precisa ser multidisciplinar e personalizado, já que alguns se recuperam apenas com remédios, e outros precisam realizar terapias.
O médico explica também o que pode causar uma pessoa a chegar ao nível grave da doença: “o principal sintoma que leva o paciente a cometer suicídio é a desesperança”. As pessoas que perdem a crença que podem se recuperar, ou seja, que ficam presas dentro dos sintomas da doença, acabam perdendo a esperança que serão curadas, afirma.
By 8 em PontoDe acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 140 milhões de pessoas sofrem com transtorno de bipolaridade no mundo. Para falar sobre este assunto, Sergei Cobra conversou com o médico Psiquiatra Ariel Mazur Lipman.
Segundo Lipman, o grande problema das pessoas que sofrem com biporalidade está na recusa do próprio paciente e da família em aceitar a doença. Ele conta que o tratamento precisa ser multidisciplinar e personalizado, já que alguns se recuperam apenas com remédios, e outros precisam realizar terapias.
O médico explica também o que pode causar uma pessoa a chegar ao nível grave da doença: “o principal sintoma que leva o paciente a cometer suicídio é a desesperança”. As pessoas que perdem a crença que podem se recuperar, ou seja, que ficam presas dentro dos sintomas da doença, acabam perdendo a esperança que serão curadas, afirma.