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Em um dos piores momentos da pandemia da Covid-19 no Brasil, os trabalhadores da saúde enfrentam hospitais superlotados, falta de leitos, equipamentos e remédios, e ainda precisam lidar com falsas informações sobre tratamentos precoces.
Para falar sobre esses desafios, o médico infectologista do Instituto Emílio Ribas, Jamal Suleiman, participou nesta segunda-feira (22) do programa "Oito em Ponto".
Para Suleiman, não haverá leitos suficientes para atender os enfermos, se o coronavírus continuar a se espalhar. "Se não tiver clareza que o vírus infecta humanos que fazem interações, não adianta criar leitos. A gente não forma um profissional dessa área da noite para o dia. Além disso, você precisa de equipamento, e, mesmo com todo esforço de produção, existe uma limitação de sua capacidade".
O infectologista também crítica o chamado tratamento precoce da Covid-19, que já se mostrou cientificamente ineficiente. "A gente tem uma oferta de produtos que não funcionam, e, no Brasil, eles ainda encontram ecos, criando uma falsa expectativa de segurança. A gente quer ter soluções que podem nos tirar rapidamente de um processo que depende de ações individuais".
Jamal Suleiman ainda falou sobre os avanços da ciência nesse período de um ano de pandemia, e chamou atenção para a incapacidade do poder público em resolver questões socioeconômicas antigas do país. Confira a entrevista completa.
O programa "Oito em Ponto", com apresentação de Sergei Cobra, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 8h da manhã, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.
By 8 em PontoEm um dos piores momentos da pandemia da Covid-19 no Brasil, os trabalhadores da saúde enfrentam hospitais superlotados, falta de leitos, equipamentos e remédios, e ainda precisam lidar com falsas informações sobre tratamentos precoces.
Para falar sobre esses desafios, o médico infectologista do Instituto Emílio Ribas, Jamal Suleiman, participou nesta segunda-feira (22) do programa "Oito em Ponto".
Para Suleiman, não haverá leitos suficientes para atender os enfermos, se o coronavírus continuar a se espalhar. "Se não tiver clareza que o vírus infecta humanos que fazem interações, não adianta criar leitos. A gente não forma um profissional dessa área da noite para o dia. Além disso, você precisa de equipamento, e, mesmo com todo esforço de produção, existe uma limitação de sua capacidade".
O infectologista também crítica o chamado tratamento precoce da Covid-19, que já se mostrou cientificamente ineficiente. "A gente tem uma oferta de produtos que não funcionam, e, no Brasil, eles ainda encontram ecos, criando uma falsa expectativa de segurança. A gente quer ter soluções que podem nos tirar rapidamente de um processo que depende de ações individuais".
Jamal Suleiman ainda falou sobre os avanços da ciência nesse período de um ano de pandemia, e chamou atenção para a incapacidade do poder público em resolver questões socioeconômicas antigas do país. Confira a entrevista completa.
O programa "Oito em Ponto", com apresentação de Sergei Cobra, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 8h da manhã, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.