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A COP26 chega nesta sexta-feira (12) em sua reta final com um rascunho de um acordo que está sendo negociado por representantes dos quase 200 países que estão na conferência. Para entender os próximos passos da reunião em Glasgow, Sergei Cobra conversou com o secretário executivo do Observatório do Clima, Márcio Astrini.
“O clima nos corredores da conferência está muito morno e isso não é muito bom”, diz Astrini comentando que dificilmente a conferência acabe nesta sexta. Ele explica que a COP26 só termina quando todos os acordos entre os países são feitos e que um texto forte é entregue para fazer a mudança climática que precisa ser realizada. “O que temos ainda é um texto muito fraco que não faz muita mudança para o que precisa ser feito hoje”.
Sobre como é realizado os acordos entra as diferentes nações, o secretário diz que as decisões partem dos países desenvolvidos e acabam arrastando as outras nações subdesenvolvidas para que adotem os mesmos acordos. Citando os Estados Unidos e a China como os países protagonistas, Astrini avalia que o próprio governo americano está sofrendo para aprovar o seu pacote do clima e que o presidente da China sequer veio para a conferência.
Astrini ainda diz que a juventude e os movimentos que são a favor do clima estão crescendo cada vez mais. “A cobertura da imprensa é algo fundamental e ela vem crescendo a cada dia com esse tema”.
O secretário do observatório disse também que o problema do desmatamento da Amazônia é algo de extrema importância, mas que não é dada a devida importância pelo governo do Brasil, em especial a Bolsonaro. Para o ambientalista, “no chão da floresta, Bolsonaro continua atuando com a sua caneta que destrói”.
O programa "Oito em Ponto", com apresentação de Sergei Cobra, vai ao ar pelo 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 8h da manhã, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.
By 8 em PontoA COP26 chega nesta sexta-feira (12) em sua reta final com um rascunho de um acordo que está sendo negociado por representantes dos quase 200 países que estão na conferência. Para entender os próximos passos da reunião em Glasgow, Sergei Cobra conversou com o secretário executivo do Observatório do Clima, Márcio Astrini.
“O clima nos corredores da conferência está muito morno e isso não é muito bom”, diz Astrini comentando que dificilmente a conferência acabe nesta sexta. Ele explica que a COP26 só termina quando todos os acordos entre os países são feitos e que um texto forte é entregue para fazer a mudança climática que precisa ser realizada. “O que temos ainda é um texto muito fraco que não faz muita mudança para o que precisa ser feito hoje”.
Sobre como é realizado os acordos entra as diferentes nações, o secretário diz que as decisões partem dos países desenvolvidos e acabam arrastando as outras nações subdesenvolvidas para que adotem os mesmos acordos. Citando os Estados Unidos e a China como os países protagonistas, Astrini avalia que o próprio governo americano está sofrendo para aprovar o seu pacote do clima e que o presidente da China sequer veio para a conferência.
Astrini ainda diz que a juventude e os movimentos que são a favor do clima estão crescendo cada vez mais. “A cobertura da imprensa é algo fundamental e ela vem crescendo a cada dia com esse tema”.
O secretário do observatório disse também que o problema do desmatamento da Amazônia é algo de extrema importância, mas que não é dada a devida importância pelo governo do Brasil, em especial a Bolsonaro. Para o ambientalista, “no chão da floresta, Bolsonaro continua atuando com a sua caneta que destrói”.
O programa "Oito em Ponto", com apresentação de Sergei Cobra, vai ao ar pelo 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 8h da manhã, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.