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Há 18 anos na Inglaterra, a paramédica carioca Priscila Currie, formada na St. Georges University London, trabalha atualmente no Serviço Nacional de Saúde (NHS) do governo britânico.
No programa Oito em Ponto desta sexta-feira (9), a profissional discorreu sobre a carreira. “Tenho vivido o meu sonho aqui, trabalhando na área que eu sempre quis”, diz Currie. Os paramédicos são profissionais habilitados que realizam atendimento pré-hospitalar, sendo eles socorristas e técnicos de emergência médica de diversos níveis.
“O meu plantão de 12 horas, e eu passo esse período lidando com o drama alheio, sendo ele acidentes, doenças ou saúde mental, mas me sinto bem de poder ajudar as pessoas em seus piores momentos”, explica.
Porém, na linha de frente da Covid-19, a profissional precisou lidar com a experiência desafiadora no combate à uma doença cruel. “Eu, pela primeira vez na vida, não queria trabalhar. Antes da pandemia chegar, eu lidava com duas ou três mortes por semana, após a Covid, eu passei a lidar com 5 mortes diárias”.
“Todo dia é o coração partido, se sentindo impotente, estou acostumada a salvar uns e perder outros, e na pandemia eu só perdia”, finaliza.
O programa "Oito em Ponto", com apresentação de Sergei Cobra, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 8h da manhã, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.
By 8 em PontoHá 18 anos na Inglaterra, a paramédica carioca Priscila Currie, formada na St. Georges University London, trabalha atualmente no Serviço Nacional de Saúde (NHS) do governo britânico.
No programa Oito em Ponto desta sexta-feira (9), a profissional discorreu sobre a carreira. “Tenho vivido o meu sonho aqui, trabalhando na área que eu sempre quis”, diz Currie. Os paramédicos são profissionais habilitados que realizam atendimento pré-hospitalar, sendo eles socorristas e técnicos de emergência médica de diversos níveis.
“O meu plantão de 12 horas, e eu passo esse período lidando com o drama alheio, sendo ele acidentes, doenças ou saúde mental, mas me sinto bem de poder ajudar as pessoas em seus piores momentos”, explica.
Porém, na linha de frente da Covid-19, a profissional precisou lidar com a experiência desafiadora no combate à uma doença cruel. “Eu, pela primeira vez na vida, não queria trabalhar. Antes da pandemia chegar, eu lidava com duas ou três mortes por semana, após a Covid, eu passei a lidar com 5 mortes diárias”.
“Todo dia é o coração partido, se sentindo impotente, estou acostumada a salvar uns e perder outros, e na pandemia eu só perdia”, finaliza.
O programa "Oito em Ponto", com apresentação de Sergei Cobra, vai ao ar pela Rádio Cultura FM 103.3 FM, de segunda à sexta-feira, às 8h da manhã, na Cultura FM, Cultura Brasil e no aplicativo Cultura Digital.