Fernando Medina considera que os prazos na Operação Marquês "não são razoáveis" e que "não podem ser reduzidos ao excesso de recursos", mas antes a uma condução "deslaçada".Para Miguel Poiares Maduro é necessário haver uma reflexão sobre o caso e lembra que a lógica de investigação do Ministério Público em Portugal pode estar "ultrapassada". Noutro plano, Fernando Medina considera que será "difícil" que o PS não venha a apoiar a candidatura de Seguro nas presidenciais e Poiares Maduro acredita que o CDS acabe por aceitar ser a terceira força política numa coligação para as autárquicas.