Pastor Junior Silveira

Oração persistência sobre a necessidade


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O apóstolo é afetuoso ao se dirigir aos crentes Filipenses, chamando-os de meus amados (ocorre duas vezes em 4.1). Por causa da participação e comunhão mútua que tinham com ele, eles sempre lhe obedeciam (12), quer dizer, visto ser ele o pai espiritual dos crentes Filipenses, desde o princípio desta relação eles reconhecem que a autoridade que Paulo tinha sobre eles procedia de Deus.

O conhecimento e a experiência não têm nenhum valor se não nos ajudam a viver nos vales da vida e se não nos capacitam a viver em amor. Depois que Paulo tratou do exemplo de Cristo, falando acerca da Sua humilhação e exaltação, volta a exortar a igreja à obediência e à unidade. Paulo é um pastor e, por isso, antes de exortar os crentes, revela a eles o seu amor, chamando-os de “amados meus” (1.7,8; 2.12). Paulo tem a diplomacia ao lidar com as pessoas, especialmente quando vai exortá-las à obediência (Gálatas 6.1).

Recebemos de graça essa gloriosa propriedade; mas, agora, precisamos cultivá-la. Não a cultivamos para possuí-la, mas porque a possuímos. Paulo não está exortando cada membro da igreja a empenhar-se na obra de sua salvação pessoal; Paulo está pensando na saúde e no bem-estar geral da igreja como um todo. Cada crente e todos os crentes, num corpo só, precisam prestar atenção a esse fato. A palavra traduzida por “desenvolvei” no versículo 12, incorpora a ideia de levar a cabo, de fazer uma coisa em forma plena, completa e perfeita, de modo que seja terminada e concluída. Resta aos Filipenses aplicá-lo em sua vida coletiva a fim de resolver as rivalidades e as desavenças e crescerem na graça.

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