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Segunda parte da explicação do trecho do Evangelho de Jesus (segundo Lucas, capítulo 16, versículos 1 a 9). A parábola do mordomo infiel.
Destaque para
O sentido e o alcance do versículo 9.
E mais:
Os intérpretes sempre fizeram uma crítica à parábola do administrador infiel. Aqui, como os Evangelistas respondem a essa crítica.
Depois da apresentação deste trecho, reforçar para o próximo programa a importante conclusão da explicação da parábola do administrador infiel.
“De nenhum modo pretendemos realçar aqui o valor e a importância verdadeiramente extraordinários desta obra incomparável, única até hoje no mundo, onde, dia a dia, à medida que for sendo calmamente estudada e meditada, avultarão a sua grandiosidade e a sua profundeza.
“Nela se encerra toda uma revelação de verdades divinas que ainda em nenhuma outra fora dado ao homem entrever. Ela nos põe sob as vistas, banhados numa claridade intensíssima, que por vezes ainda nos ofusca os olhos tão pouco acostumados à luminosidade das coisas espirituais, esse código de sabedoria infinita que se há de tornar o código único dos homens – o Evangelho de Jesus.”
Tomamos essas palavras do tradutor de OS QUATRO EVANGELHOS, Guillon Ribeiro, para marcar a nossa passagem pelo segundo volume da obra, que nos leva a iluminar, cada vez mais, nossas mentes banhadas pela luz daquele que afirmou “Eu sou a luz do mundo” – Jesus Cristo.
By Templo Espiritual Maria SantíssimaSegunda parte da explicação do trecho do Evangelho de Jesus (segundo Lucas, capítulo 16, versículos 1 a 9). A parábola do mordomo infiel.
Destaque para
O sentido e o alcance do versículo 9.
E mais:
Os intérpretes sempre fizeram uma crítica à parábola do administrador infiel. Aqui, como os Evangelistas respondem a essa crítica.
Depois da apresentação deste trecho, reforçar para o próximo programa a importante conclusão da explicação da parábola do administrador infiel.
“De nenhum modo pretendemos realçar aqui o valor e a importância verdadeiramente extraordinários desta obra incomparável, única até hoje no mundo, onde, dia a dia, à medida que for sendo calmamente estudada e meditada, avultarão a sua grandiosidade e a sua profundeza.
“Nela se encerra toda uma revelação de verdades divinas que ainda em nenhuma outra fora dado ao homem entrever. Ela nos põe sob as vistas, banhados numa claridade intensíssima, que por vezes ainda nos ofusca os olhos tão pouco acostumados à luminosidade das coisas espirituais, esse código de sabedoria infinita que se há de tornar o código único dos homens – o Evangelho de Jesus.”
Tomamos essas palavras do tradutor de OS QUATRO EVANGELHOS, Guillon Ribeiro, para marcar a nossa passagem pelo segundo volume da obra, que nos leva a iluminar, cada vez mais, nossas mentes banhadas pela luz daquele que afirmou “Eu sou a luz do mundo” – Jesus Cristo.