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Alex D'Alva para alem de formar os Dalva com Ben Monteiro, é também músico em nome próprio (com novo EP a solo acabado de editar de nome Livre), actor, DJ ou performer. Ele partilha neste episódio como a música entrou na sua vida, entre a igreja e a biblioteca municipal da Moita, como subiu para o palco pela mão do punk rock e da religião e de como a música nacional tem aberto horizontes para novas vozes. O Alex escolheu o disco da Maria Reis - Benefício da dúvida de 2022.
Lia Pereira, jornalista do Blitz e responsável editorial pela Revista do Expresso, partilha como se começou a interessar pela música portuguesa, como é escrever sobre o mesmo num panorama como o nacional e como a escrita sobre música nos influência nos nossos gostos musicais. O disco que a Lia escolheu for o primeiro disco da Gisela João editado em 2013.
Carlos Sanches é um cantautor transmontano, de Chaves já referênciado neste podcast, quando foi o Outro Disco escolhido pela Indiror no episódio 8. Desta vez, no papel de entrevistado, Carlos conta-nos como a música entrou na sua vida, sobre deixar a sua terra natal, para mais tarde retornar e como isto influenciou a sua música.
Ele escolheu outro disco que fala do conforto da vida simples e familiar, o disco de 2020 de B Fachada - Rapazes e Raposas.
Margarida Campelo é cantora/pianista em nome próprio e em vários outros projectos nacionais (Bruno Pernadas, Cassete Pirata, Joana Espadinha, Minta & the Brook Trout). Falámos sobre música Soul nacional, Ágata, Festival da Canção e definir uma identidade músical no meio de tanta outra música.
A Margarida escolheu o primeiro albúm da Sara Tavares - Mi Ma Bô de 1999.
André Santos, jornalista, sócio duma das mais ecléticas lojas de discos da Capital (a Flur Discos) e co-fundador da Holuzam, editora dedicada à Música Experimental Portuguesa, conta como chegou à música experimental, a sua experiência na Flur e como a Holuzam nasceu para re-editar discos históricos nacionais e mais tarde se expandiu a lançar alguma da melhor música experimental que se faz por hoje no país.
O disco escolhido pelo André foi um exemplo desses, a banda sonora para o filme A Casa e os Cães por Polido, editado pela Holuzam em 2020.
Nuno Calado, radialista e DJ da Antena 3 com o seu Indigente, partilha como o bichinho da rádio entrou na sua vida, o seu percurso na Antena 3 e fala dos músicos que assumem riscos e fazem as coisas como deve ser.
O Nuno escolheu o Femina, disco de 2009 de Legendary Tiger Man.
Samuel Úria, canta autor único da música portuguesa fala sobre o despertar para a música em Tondela, sobre o segundo boom da música pop rock Portuguesa com a Flor Caveira e sobre uma consoada músical com um tal de Rui Reininho.
O Samuel escolheu o primeiro album dos GNR - Independaça de 1982.
David Santos, mais conhecido por Noiserv, projecto musical que mantem há 20 anos. Para além do seu percurso a solo o David também faz parte dos You Can’t Win Charlie Brown. Conhecido como o homem-orquestra, Noiserv tem-se desdobrado em várias facetas, tendo começado a gravar em inglês tocando vários instrumentos em palco recorrendo a loops. Mais recentemente, fez banda sonoras para filmes, teatro e instalações sonoras.
Conversamos sobre o seu descobrimento mais tardio da música portuguesa, sobre o seu percurso musical e da relação da sua geração com a música nacional. Ele escolheu o segundo álbum dos Ornatos Violeta, O Monstro Precisa de Amigos, fazendo assim um hat-trick para a equipa de Manuel Cruz e comparsas neste podcast.
Diogo Martins Martins e Tiago Ribeiro fazem parte da Indieror, produtora cultural independente baseada em Chaves que há 10 anos vem desenvolvendo um excelente trabalho de promoção cultural em Trás-os-Montes.
Falámos sobre os desafios e oportunidades de programar cultura fora dos grandes centros e de como a música às vezes nos faz acreditar e continuar.
Eles escolheram dois discos: Amparo, o primeiro EP do flaviense Carlos Sanches e Roque Popular dos Diabo na Cruz
Pedro Branco extraordinário guitarrista que toca a solo, integra os You Can't Win Charlie Brown, toca com Tape Junk, Tiago Bettencourt e muitos outros.
Falámos dos seus tempos por Amesterdão e do seu recente fascínio por Marco Paulo. O Pedro escolheu o disco Ao vivo em 1997 do José Mário Branco e conversámos sobre o impacto que este teve em nós.
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