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Onde estão os seus Dados? Eles não deveriam estar em nossos bancos de dados pessoais?
Mas temos uma base de conhecimento pessoal?
Infelizmente hoje ainda não!
Mas agora, por que não a temos?
Proposta de centralização efetiva de todos os seus dados em um Graph DB Inteligente na nuvem:
Uma característica que hoje causa estranheza é que as pessoas não sabem absolutamente onde estão seus dados. Eles voam pelo mundo e só são acessados ​​​​através do login. Tudo converge diante do usuário que interage nos diversos aplicativos e sites cujo único objetivo é a compra. Esse processo termina, o logout acontece e os dados desaparecem, não se sabe ninguém que saiba onde estão seus dados. Exceto pelo triste conjunto de etapas que descrevem as telas do aplicativo, mas e se o médico perguntar se você já teve um determinado sintoma. Então a verdade aparece! As pessoas não têm propriedade sobre seus dados. Eles nem sabem da sua existência! E os sistemas da empresa são feitos com objetivos específicos de produção e consumo em massa. Eles não são modelados e tratados da forma correta para serem sintetizados em bases de conhecimento. Uma simples mudança de foco, da empresa para a pessoa, faz toda a diferença aqui! Buscando construir bases de conhecimento de pessoas e grupos de usuários com objetivos claros e concretos. Permitir que os usuários gerenciem essa base de conhecimento sintética faz toda a diferença. E pensar que os grafos surgiram nos primórdios da computação. E hoje em Graph Data Science usamos alguns algoritmos definidos na década de 70, ou mesmo de épocas anteriores. Com o avanço da engenharia do conhecimento aliado à visualização de dados complexos proposta pelas APIs de visualização, poderemos contribuir para a construção de super apps. E se pensarmos formalmente em um sistema complexo, o objetivo seria a compatibilidade, dentro da proposição de unificação proposta por Von Neumann que, antes de sua morte precoce, teve a ideia de integrar a arquitetura atual que leva seu nome com a da arquitetura de autômatos, também definida por ele. Agora, deixando um pouco de lado o formalismo, no sentido explicativo, o processamento ficaria no próprio grafo. Vale pensar que ainda naquela época o gênio viu que os modelos eram compatíveis.

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