Quando ainda criança andava de bicicleta por entre as pedreiras alentejanas, Augusto Vieira estava longe de imaginar que as pedras fariam parte do seu destino além-mar. Depois de cumprir o serviço militar, o borbense Augusto Vieira rumou a Nova Iorque para trabalhar numa empresa de mármores. E o que inicialmente representava apenas uma forma de ganhar dinheiro, acabou por transformar-se numa enorme paixão.
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