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"Pandérmicas", de Ana Paula Perissé, é mais do que um livro de poemas: é um convite para entrar num espaço confinado onde as vivências pandêmicas florescem em versos viscerais e femininos — como memórias que se abrem com dor, paixão e resiliência ao mesmo tempo.
Neste áudio, especialistas analisaram a obra e reuniram as principais impressões e sentidos que atravessam o livro: a profundidade psicanalítica que marca a escrita de Ana Paula, a ousadia de expor o corpo como arquivo de afetos e ausências, e o modo como a poesia vira testemunho, catarse e luz — especialmente quando nasce do isolamento, das marcas emocionais e da busca por sentido no caos.
Dê o play e acompanhe o resultado dessa análise: um passeio pelo território interior da autora e pelo poder transformador da palavra quando ela é sincera.
By Luiz Primati"Pandérmicas", de Ana Paula Perissé, é mais do que um livro de poemas: é um convite para entrar num espaço confinado onde as vivências pandêmicas florescem em versos viscerais e femininos — como memórias que se abrem com dor, paixão e resiliência ao mesmo tempo.
Neste áudio, especialistas analisaram a obra e reuniram as principais impressões e sentidos que atravessam o livro: a profundidade psicanalítica que marca a escrita de Ana Paula, a ousadia de expor o corpo como arquivo de afetos e ausências, e o modo como a poesia vira testemunho, catarse e luz — especialmente quando nasce do isolamento, das marcas emocionais e da busca por sentido no caos.
Dê o play e acompanhe o resultado dessa análise: um passeio pelo território interior da autora e pelo poder transformador da palavra quando ela é sincera.