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Uma pergunta simples pode revelar algo muito maior do que parece. Neste episódio do Papo Reto, eu trago uma reflexão sobre a curiosidade a partir de um momento cotidiano com a minha filha, quando ela me perguntou por que a ave Quero-quero tem esse nome. Eu não soube responder na hora, mas a pergunta ficou comigo e me fez perceber como, ao longo da vida, a gente vai deixando de questionar as coisas sem nem perceber.
Ao longo do episódio, falo sobre como a curiosidade é natural na infância, onde tudo vira pergunta e aprendizado, e como, na vida adulta, muitas vezes trocamos esse impulso por conforto, medo de julgamento ou a sensação de que já deveríamos saber tudo. Essa mudança silenciosa faz com que a gente entre no automático, deixando de explorar, questionar e evoluir.
Também conecto essa reflexão com a vida profissional, mostrando como a curiosidade é uma das habilidades mais importantes para quem trabalha com design, produto e tecnologia. Perguntas melhores levam a soluções melhores, enquanto a falta de curiosidade limita o crescimento e reduz a profundidade do trabalho.
Esse episódio é um convite para resgatar a curiosidade no dia a dia, se permitir não saber, fazer mais perguntas e olhar para o mundo com mais atenção. Porque no fim das contas, o maior risco não é não ter respostas, é parar de querer buscá-las.
Mentoria Luan Mateus https://mentoria.luanmateus.com/
News do Papo https://papodeux.substack.com
Instagram http://instagram.com/papodeux/
YouTube https://www.youtube.com/@papodeux
📔 Ebook de apoio sobre as 10 Heurísticas de Nielsen https://papodeux.com.br/conteudo/ebook-heursticas-de-nielsen/
👉🏽 Nos apoie fazendo uma doação em PIX de qualquer valor para: [email protected]
By Luan MateusUma pergunta simples pode revelar algo muito maior do que parece. Neste episódio do Papo Reto, eu trago uma reflexão sobre a curiosidade a partir de um momento cotidiano com a minha filha, quando ela me perguntou por que a ave Quero-quero tem esse nome. Eu não soube responder na hora, mas a pergunta ficou comigo e me fez perceber como, ao longo da vida, a gente vai deixando de questionar as coisas sem nem perceber.
Ao longo do episódio, falo sobre como a curiosidade é natural na infância, onde tudo vira pergunta e aprendizado, e como, na vida adulta, muitas vezes trocamos esse impulso por conforto, medo de julgamento ou a sensação de que já deveríamos saber tudo. Essa mudança silenciosa faz com que a gente entre no automático, deixando de explorar, questionar e evoluir.
Também conecto essa reflexão com a vida profissional, mostrando como a curiosidade é uma das habilidades mais importantes para quem trabalha com design, produto e tecnologia. Perguntas melhores levam a soluções melhores, enquanto a falta de curiosidade limita o crescimento e reduz a profundidade do trabalho.
Esse episódio é um convite para resgatar a curiosidade no dia a dia, se permitir não saber, fazer mais perguntas e olhar para o mundo com mais atenção. Porque no fim das contas, o maior risco não é não ter respostas, é parar de querer buscá-las.
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