Cristo não encarna com ideologias políticas ou moralismos. Isso foi, é, e sempre será um escândalo para todos que enxergam Jesus como uma forma de respaldar nossa natureza caída, e não como um acesso ao Pai.
A páscoa remete ao paralelo do povo de Deus entre a expectativa e promessa da vinda do Messias. Não estamos tão distantes do tempo em que Jesus nasceu. As visões polarizadas dos nossos dias continuam afastando o que Cristo veio fazer e o que João descreve em seu evangelho: o Verbo se fez carne.