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No episódio de hoje, analisamos a ascensão do Primeiro Comando da Capital (PCC), desde suas origens no sistema prisional até se consolidar como uma das facções mais poderosas da América Latina.O episódio detalha como o grupo deixou de atuar apenas dentro das cadeias para se transformar em uma organização criminosa com forte influência social, econômica e política, infiltrando-se em áreas estratégicas como o mercado financeiro — por meio de fundos de investimento e fintechs — e em setores como o de combustíveis, onde movimenta bilhões e frauda o sistema tributário.Também discutimos como a superlotação carcerária e a corrupção institucional contribuíram para a expansão territorial e o fortalecimento da facção, permitindo que o PCC desafie diretamente a autoridade do Estado.Por fim, refletimos sobre os caminhos possíveis para enfrentar o crime organizado, indo além da repressão: com políticas públicas de prevenção, reinserção social e transparência institucional, fundamentais para reduzir o poder da facção e preservar tanto a segurança pública quanto a democracia brasileira.
By Mizael XavierNo episódio de hoje, analisamos a ascensão do Primeiro Comando da Capital (PCC), desde suas origens no sistema prisional até se consolidar como uma das facções mais poderosas da América Latina.O episódio detalha como o grupo deixou de atuar apenas dentro das cadeias para se transformar em uma organização criminosa com forte influência social, econômica e política, infiltrando-se em áreas estratégicas como o mercado financeiro — por meio de fundos de investimento e fintechs — e em setores como o de combustíveis, onde movimenta bilhões e frauda o sistema tributário.Também discutimos como a superlotação carcerária e a corrupção institucional contribuíram para a expansão territorial e o fortalecimento da facção, permitindo que o PCC desafie diretamente a autoridade do Estado.Por fim, refletimos sobre os caminhos possíveis para enfrentar o crime organizado, indo além da repressão: com políticas públicas de prevenção, reinserção social e transparência institucional, fundamentais para reduzir o poder da facção e preservar tanto a segurança pública quanto a democracia brasileira.