A proposta ainda prevê um montante de 175 bilhões de reais fora do teto de gastos a fim de bancar o novo bolsa família. Para entrar em vigor, a PEC precisa ser aprovada por três quintos dos parlamentares em dois turnos em cada casa legislativa: senado e câmara dos deputados. Caso obtenha os votos necessários, a PEC é promulgada sem necessidade do aval (sanção) do presidente da república.
>>> Alexandre Cialdini, economista e secretário de finanças de Eusébio.
>> Nelson Calsavara Garcia Junior, professor e coordenador do curso de ciências econômicas da Universidade Cruzeiro do Sul.
>>> Ricardo Coimbra - economista e membro do Conselho Regional de Economia do Ceará (Corecon-CE),