
Sign up to save your podcasts
Or


Lockdown. Termo em inglês cujo significado ficou muito conhecido por todos ao redor do mundo. Outro termo, dessa vez em português, também se tornou parte integrante do vocabulário popular dos brasileiros no ano de 2020: pandemia. É por causa de um vírus, transmitido através do contato entre pessoas e objetos contaminados, que o mundo foi obrigado a mudar. Fecha tudo: parques, comércio, escolas, universidades, escritórios. Não pode aglomerar: fiquem em casa, não entrem em contato com outras pessoas, não encontrem amigos ou familiares. Entretanto, nem todos puderam parar: transporte público, mercados, hospitais, autônomos, a assistente do lar da madame não pode faltar.
Em meio ao verdadeiro caos, um retorno atropelado e mal planejado das aulas do Ensino Básico. Ensino online, através de plataforma digital, com promessas de auxílio para pacotes de internet que nunca foram cumpridas. Os estudantes da rede básica de ensino foram os mais afetados diante do mal planejamento da administração pública, e da tomada de decisões precipitadas em como lidar com uma classe estudantil tão grande como a do Distrito Federal. Para entendermos como essas alunas e alunos foram afetados por isso é necessário que escutemos o que elas e eles tem para nos falar.
Neste episódio do podcast Pibidiário, vamos abordar acerca das vivências dos alunos de escola pública do CEMEB durante a pandemia, a partir do ponto de vista de Emillen, aluna do primeiro ano, que foi representante de classe e movimentou os alunos da escola em relação aos estudos sobre o PAS e vestibulares. E o Uther, aluno do primeiro ano também, que utilizou das atividades impressas e relatou as dificuldades e experiências de estudo nesse momento de pandemia. Ambos descreveram suas experiências sobre como foi estudar nessa situação difícil e como a escola se comportou.
Transcrição de áudio: https://drive.google.com/file/d/1avhMEwtfMunGIaXd_ZDy-VMv8FTZVbwQ/view?usp=sharing
Apresentadores: Guilherme da Luz - Licenciando em Ciências Sociais, UnB - @gui__luz.
Isabella Ramos - Licenciando em Ciências Sociais, UnB - @ramxxos
Convidados: Emillen Cristina - Atualmente estudante do segundo ano do ensino médio no CEMEB.
Uther Henrique - Atualmente estudante do segundo ano do ensino médio no CEMEB.
Edição: Guilherme da Luz - Licenciando em Ciências Sociais, UnB.
Fotos: Marcelo Camargo - Agência Brasil
Trilha sonora: Grupo Regional Segura Elas
No quarto e último episódio da série Histórias de Gerações, nossos elefantinhos voltam no tempo para curtir uma das grandes saudades do candango: o carnaval do quadradinho. Na foto é possível ver o desfile de uma das primeiras associações carnavalescas formais do DF, a ARUC (Associação Recreativa Cultural Unidos do Cruzeiro) fundada em 1961. Ela foi criada por um grupo de cariocas moradores do Bairro do Gavião, hoje Cruzeiro, que aqui se instalaram em sua maioria para exercer trabalho como funcionários públicos na nova capital. A ARUC é ainda nos dias de hoje referência para o Cruzeiro e no circuito carnavalesco do DF.
Na conversa de hoje conheceremos Fernando Carvalho, professor concursado de Química da Secretaria de Educação do Distrito Federal, nascido no Cruzeiro, brasiliense da primeira geração e amante de um bom samba. Na entrevista conversamos sobre suas vivências como aluno do Elefante Branco nos anos de 1985, 1986 e 1987, em pleno período de redemocratização, fazendo uma análise sobre o sistema de ensino da escola na época. Conhecemos um pouco mais sobre a história do Cruzeiro e seus locais de afetividade, além de um pouco da história de como seus pais saíram do Maranhão para morar no Distrito Federal. Fernando também compartilha a partir de sua ótica os acontecimentos que envolvem o episódio de greve de fome protagonizado por um aluno no Elefante Branco.
Transcrição do áudio: https://drive.google.com/file/d/1-TzZ_Sp7DicJWVCQvcSwDdMM4n0l8pTV/view
Apresentação: Alexandre Barzani (História), Beatriz de Oliveira (História) @_bia_o, Celine Batista (História) @celine.batista e Júlia Duarte (História) @aquellajulia.
Convidado: Fernando Carvalho, ex-estudante do Centro de Ensino do Elefante Branco nos anos de 1985 a 1987, graduado em Química pela Universidade de Brasília (UnB) e atual professor do CEMEB.
Edição: Pedro Sampaio (História) @pedrosampa_.
Documentos mencionados no episódio: https://drive.google.com/drive/folders/14AgO2Yr4WxVjP2xX1l-c8TgAcf3_i_q-
Fotos: Instituto ARUC Cultural, 1970.
Trilha sonora: Grupo Regional Segura Elas @regionalseguraelas.
No quarto e ultimo episódio da série Histórias de Gerações, nossos elefantinhos voltam no tempo para curtir uma das grandes saudades do candango: o carnaval do quadradinho. Na foto é possível ver o desfile de uma das primeiras associações carnavalescas formais do DF, a ARUC (Associação Recreativa Cultural Unidos do Cruzeiro) fundada em 1961. Ela foi criada por um grupo de cariocas moradores do Bairro do Gavião, hoje Cruzeiro, que aqui se instalaram em sua maioria para exercer trabalho como funcionários públicos na nova capital. A ARUC é ainda nos dias de hoje referência para o Cruzeiro e no circuito carnavalesco do DF.
Na conversa de hoje conheceremos Fernando Carvalho, professor concursado de Química da Secretaria de Educação do Distrito Federal, nascido no Cruzeiro, brasiliense da primeira geração e amante de um bom samba. Na entrevista conversamos sobre suas vivências como aluno do Elefante Branco nos anos de 1985, 1986 e 1987, em pleno período de redemocratização, fazendo uma análise sobre o sistema de ensino da escola na época. Conhecemos um pouco mais sobre a história do Cruzeiro e seus locais de afetividade, além de um pouco da história de como seus pais saíram do Maranhão para morar no Distrito Federal. Fernando também compartilha a partir de sua ótica os acontecimentos que envolvem o episódio de greve de fome protagonizado por um aluno no Elefante Branco.
Transcrição do áudio: https://drive.google.com/file/d/1-TzZ_Sp7DicJWVCQvcSwDdMM4n0l8pTV/view.
Apresentação: Alexandre Barzani (História), Beatriz de Oliveira (História) @_bia_o, Celine Batista (História) @celine.batista e Júlia Duarte (História) @aquellajulia.
Convidado: Fernando Carvalho, ex-estudante do Centro de Ensino do Elefante Branco nos anos de 1985 a 1987, graduado em Química pela Universidade de Brasília (UnB) e atual professor do CEMEB.
Edição: Pedro Sampaio (História) @pedrosampa_.
Documentos mencionados no episódio: https://drive.google.com/drive/folders/10NJFjJdvCuDRIH1WMKETuOlia3nYqaNO?usp=sharing.
Fotos: Instituto ARUC Cultural, 1970.
Trilha sonora: Grupo Regional Segura Elas @regionalseguraelas.
No quarto e ultimo episódio da série Histórias de Gerações, nossos elefantinhos voltam no tempo para curtir uma das grandes saudades do candango: o carnaval do quadradinho. Na foto é possível ver o desfile de uma das primeiras associações carnavalescas formais do DF, a ARUC (Associação Recreativa Cultural Unidos do Cruzeiro) fundada em 1961. Ela foi criada por um grupo de cariocas moradores do Bairro do Gavião, hoje Cruzeiro, que aqui se instalaram em sua maioria para exercer trabalho como funcionários públicos na nova capital. A ARUC é ainda nos dias de hoje referência para o Cruzeiro e no circuito carnavalesco do DF.
Na conversa de hoje conheceremos Fernando Carvalho, professor concursado de Química da Secretaria de Educação do Distrito Federal, nascido no Cruzeiro, brasiliense da primeira geração e amante de um bom samba. Na entrevista conversamos sobre suas vivências como aluno do Elefante Branco nos anos de 1985, 1986 e 1987, em pleno período de redemocratização, fazendo uma análise sobre o sistema de ensino da escola na época. Conhecemos um pouco mais sobre a história do Cruzeiro e seus locais de afetividade, além de um pouco da história de como seus pais saíram do Maranhão para morar no Distrito Federal. Fernando também compartilha a partir de sua ótica os acontecimentos que envolvem o episódio de greve de fome protagonizado por um aluno no Elefante Branco.
Transcrição do áudio: https://drive.google.com/file/d/1-TzZ_Sp7DicJWVCQvcSwDdMM4n0l8pTV/view.
Apresentação: Alexandre Barzani (História), Beatriz de Oliveira (História) @_bia_o, Celine Batista (História) @celine.batista e Júlia Duarte (História) @aquellajulia.
Convidado: Fernando Carvalho, ex-estudante do Centro de Ensino do Elefante Branco nos anos de 1985 a 1987, graduado em Química pela Universidade de Brasília (UnB) e atual professor do CEMEB.
Edição: Pedro Sampaio (História) @pedrosampa_.
Documentos mencionados no episódio: https://drive.google.com/drive/folders/10NJFjJdvCuDRIH1WMKETuOlia3nYqaNO?usp=sharing.
Fotos: Instituto ARUC Cultural, 1970.
Trilha sonora: Grupo Regional Segura Elas @regionalseguraelas.
No terceiro episódio da série Histórias de Gerações, nossos elefantinhos fazem uma viagem à 1956, momento de construção de Brasília e do surgimento dos primeiros acampamentos de migrantes nessa localidade do Planalto Central. Lonalândia, Velhacap, Vila Operária, o espaço que abrigou os pioneiros da construção hoje é conhecida como Candangolândia, Candanga para os mais íntimos.
Na imagem é possível ver nossos elefantinhos saindo de uma consulta no Hospital da Iapi, local posteriormente tombado como patrimônio histórico e cultural nacional e nomeado Museu Vivo da Memória Candanga, que, ainda hoje, é cercado por disputas narrativas sobre qual território era pertencente à Vila Operária (Candangolândia) ou à Cidade Livre (Núcleo Bandeirante).
No terceiro episódio da série Histórias de Gerações, o bate-papo é com a Sarah, estudante do CEMEB e moradora da Candangolândia. Neste episódio conhecemos um pouco da sua trajetória entre Maceió e o DF, passeamos pelos locais de lazer da Candanga e ela ainda nos conta sobre sua ativa participação no grêmio estudantil da escola e as reivindicações da atual geração da escola. Ao final do episódio o choro é livre pela saudade do ensino presencial.
Transcrição do áudio:
https://drive.google.com/file/d/1grUznV9g_s4HD8GY5gzASyAK_S6zSzxu/view
Apresentação: Alexandre Santos (História), Beatriz de Oliveira (História) @_bia_o, Celine Batista (História) @celine.batista e Júlia Duarte (História) @aquellajulia.
Convidada: Sarah Marreiros é estudante do terceiro ano no CEMEB e fez parte da última diretoria do grêmio da escola @sarahmarreiross.
Edição: Pedro Sampaio (História) @pedrosampa_.
Fotos: Fundo do Arquivo Público do DF
Trilha Sonora: Grupo Regional Segura Elas @regionalseguraelas.
Na foto, tropas do exército ocupam o campus da UnB no ano de 1968 em mais uma das invasões na realizadas na Universidade. Na ocasião prenderam e atiraram em diversos estudantes e 500 deles foram detidos numa quadra de esportes. O episódio é registrado no documentário "Barra 68 - sem perder a ternura" que está disponível no youtube. Sabemos que algumas viagens no tempo são menos prazerosas que outras, porém, o @pibidario reforça a importância de uma educação voltada para o respeito aos direitos humanos e à construção da democracia.
Diante disso, no segundo episódio da série Histórias de Gerações, as pibidianas Beatriz, Júlia, Pedro e Alexandre conversam com Zuleica Porto, ex aluna do CEMEB no ano de 1971 e posteriormente estudante da UnB durante a ditadura militar. Zuleica compartilha sua experiência de migração do Ceará para Brasília, suas lembranças da cidade e da escola, além do episódio em que a então universitária foi presa pelo regime militar no ano de 1973.
Transcrição do áudio: https://drive.google.com/file/d/1iPqdcFcEXMia86DOt382eenkvnsh-5HP/view?usp=sharing.
Apresentação: Alexandre Barzani (História), Beatriz de Oliveira (História) @bia_o, Júlia Duarte (História) @aquellajulia e Pedro Sampaio (História) @pedrosampa.
Convidada: Zuleica Maria Souza Porto, ex estudante do CEMEB, 1971. Graduada e pós-graduada pela UnB. Cursou Comunicação, Jornalismo e Rádio, Televisão e Cinema e anos depois graduou-se em Letras. Estudou contos orais cearenses em seu doutorado.
Edição: Pedro Sampaio (História) @pedrosampa_.
Documentos mencionados no episódio:
https://drive.google.com/drive/folders/1vVfcki7M4lP6lb9GG75Pg9gbBHqfeTqU.
Fotos: Tropas do exército ocupam o campus da UnB / Arquivo / Agência O Globo / 29-08-1968 + Site Unplash.
Trilha sonora: Grupo Regional Segura Elas @regionalseguraelas.
Hoje o nosso elefantinho faz uma viagem no tempo e não está sozinho. Nossas gerações de elefantes vão até a década de 1970, em frente à caixa d'água mais conhecida desse planalto central, para conhecer um pouco mais da história de Ceilândia e sua ligação com o Cemeb.
A série Histórias de Gerações é uma aventura pela história do DF e do Cemeb através de entrevistas com ex alunas da escola. No primeiro episódio da série as pibidianas Beatriz, Celine e Pedro conversam com o ex aluno do CEMEB Leonardo Matheus sobre suas vivências no Elefante Branco e na cidade onde mora, Ceilândia. Ao longo do episódio, Leo compartilha a história da chegada de sua família ao DF e o encontro de seus pais em terras ceilandenses; como foi crescer na Ceilândia, sua quebrada, e a atuação recente na política local da Região Administrativa; além disso, conta sua experiência no Cemeb nos anos de 2010 a 2013 quando conheceu e se envolveu com o Grêmio e o Movimento Estudantil de forma muita ativa na política educacional brasileira.
Transcrição do áudio:
https://drive.google.com/file/d/1YxT0Zxh9wPaerQljuHbr1j_9uVf45MF_/view
Nos sigam em nossas redes: Instagram: @Pibidiario Facebook: @Pibidiario Twitter: @Pibidiario
Apresentação: Beatriz de Oliveira (História) @bia_o, Celine Batista (História) @celine.batista e Pedro Sampaio (História) @pedrosampa.
Convidado: Leonardo Matheus, ex estudante do CEMEB 2010/13, estudante de História na UnB e militante do Movimento Estudantil e Hip Hop - @leomatheus65.
Edição: Pedro Sampaio (História) @pedrosampa_.
Fotos: Site Unsplash e Museu da Memória Viva de Ceilândia (Pedra fundamental de Ceilândia ficava no local onde está a famosa caixa d’água).
Trilha sonora: Grupo Regional Segura Elas @regionalseguraelas.
Qual seu ipê favorito? Nosso elefantinho ficou apaixonado pelo ipê rosa, que colore o Distrito Federal durante o mês de junho.
A experiência de fazer parte de um Pibid é como o ipês que crescem por Brasília: florescer em terrenos que ao primeiro contato apenas se mostram bem áridos, mas que tem a capacidade de se tornarem grandes, coloridos e fortes mesmo após uma seca prolongada. Nesse primeiro episódio da série ‘’Egressos do PIBID’’, a ex pibidiana de História, Gabriela Malesuik, e o ex pibidiano de Sociologia, Vinicius Venâncio, compartilham suas experiências em edições anteriores do PIBID. Gabi relata os desafios enfrentados durante a atuação em sala de aula em que trabalhou com alunos do EJA (noturno) e do Ensino Médio propedêutico, enquanto Vinicius aborda sua trajetória no PIBID de forma engenhosa, descrevendo o ensino de sociologia, o contato com estudantes da escola em que atuou e as dificuldades para conciliar as obrigações acadêmicas com sua rotina.
Na foto, nosso elefantinho se encontra na Biblioteca Central da Universidade de Brasília em seu trabalho de busca e pesquisa sobre a história do CEMEB e algumas de suas figuras históricas. Nessa busca, ele encontrou três professores que atuaram/atuam há anos na escola e que serão apresentados nesse episódio.
No nosso papo, apresentamos três diferentes perspectivas da história do CEMEB. As pibidianes dialogam com os professores Roseane Rangel (Língua Portuguesa), Márcia Regina de Souza (Língua Portuguesa) e Leonardo Porfirio (Geografia) sobre suas longas trajetórias na escola. Eles relatam eventos que impactaram em suas formações de docentes, a relação com os estudantes em sala de aula, além de momentos e experiências marcantes vividas no CEMEB, como as ocupações dos estudantes contra as reformas na educação.
Transcrição do áudio:
https://drive.google.com/file/d/1P-B1nhW2_UbdqJO3_gbz6F32lB86NHx8/view
Nos sigam em nossas redes:
Instagram: @Pibidiario
Facebook: @Pibidiario
Twitter: @Pibidiario
Apresentação: Nathália Soares(História), Nathália Alves (Ciências Sociais); Thaiane Miranda (História); Gabriel Antônio (História).
Convidados: Professor Leonardo Porfírio Cardoso (Geografia); professora Roseane Nogueira Rangel (Língua Portuguesa) e professora Márcia Regina de Souza (Língua Portuguesa).
Edição: Nathália Alves
Fotos: Murilo Abreu (Secom Unb).
Trilha sonora: Grupo Regional Segura Elas @regionalseguraelas.
From the publisher's feed