Pílula Farmacêutica - USP

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Pílula Farmacêutica - USP episodes

  • Pílula Farmacêutica #192: Fagoterapia surge como alternativa contra bactérias resistentes a antibióticos
    Neste episódio do Pílula Farmacêutica, o acadêmico Felipe Rodrigues, orientado pela professora Regina Andrade da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, explica a fagoterapia, tratamento médico que utiliza vírus para infectar e destruir bactérias nocivas que causam infecções no corpo humano, também chamados de bacteriófagos. A técnica é estudada como uma alternativa no combate às bactérias resistentes. 
    Na entrevista, Rodrigues esclarece o cenário da fagoterapia no Brasil e o trabalho de grupos de pesquisa na investigação de quais bacteriófagos são capazes de eliminar diferentes cepas de bactérias multirresistentes.
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    4 min
  • Pílula Farmacêutica #191: Deepfakes impulsionam golpes com medicamentos e suplementos nas redes sociais
    Neste episódio do Pílula Farmacêutica, o acadêmico Felipe Rodrigues, orientado pela professora Regina Andrade da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, informa como a tecnologia de deepfakes tem sido usada para aplicar golpes envolvendo medicamentos e suplementos nas redes sociais.
    Na entrevista, o acadêmico esclarece o que são deepfakes, como esses vídeos manipulados vêm sendo utilizados para promover produtos irregulares, o que diz a Anvisa sobre a comercialização de falsos medicamentos pela internet e quais cuidados os consumidores devem adotar para identificar essas propagandas e evitar fraudes.
    Saiba mais conferindo a íntegra do podcast no link acima.
    5 min
  • Pílula Farmacêutica #190: Columvi é aprovado pela Anvisa para tratamento de linfoma
    Neste episódio do Pílula Farmacêutica, o acadêmico Felipe Rodrigues, orientado pela professora Regina Andrade da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, traz informações sobre o Columvi, um novo medicamento para tratar um tipo agressivo de câncer no sangue, o linfoma não Hodgkin, que acaba de ter seu registro aprovado pela Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
    Na entrevista, o acadêmico explica a diferença entre os linfomas de Hodgkin e não Hodgkin, para quais pacientes o medicamento é autorizado e que o fármaco, de alto custo, ainda passará por avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologia no SUS (Conitec), antes de uma incorporação ao Sistema Único de Saúde.
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    4 min
  • Pílula Farmacêutica #189: Sertralina pode ser reposicionada como um fármaco antifúngico
    Neste episódio do Pílula Farmacêutica, o acadêmico Felipe Rodrigues, orientado pela professora Regina Andrade da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, fala sobre o reposicionamento da sertralina, medicamento amplamente utilizado no tratamento de doenças psiquiátricas, que acaba de revelar seu poder antifúngico.
    De acordo com o acadêmico, a descoberta veio de investigações realizadas por pesquisadores da USP em Ribeirão Preto, patrocinadas pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), e mostra que a sertralina não age de maneira isolada, como os antifúngicos tradicionais, para atacar o fungo em vários pontos ao mesmo tempo, interferindo simultaneamente na síntese de proteínas, na produção de energia, na integridade das membranas celulares, no metabolismo de gorduras e açúcares, e nos mecanismos de resposta ao estresse do fungo.
    Essa pesquisa, conta Rodrigues, deve abrir caminho para o chamado "reposicionamento de medicamentos", termo que se refere à descoberta clínica de benefícios de um fármaco para uso não convencional em outras terapias, gerando novas estratégias de tratamento para outras patologias ou infecções.
    O reposicionamento difere do uso off label. Enquanto o uso off label é uma prática médica em que o remédio é utilizado sem alteração na bula, o reposicionamento é um processo científico e regulatório que visa a mudar a bula definitivamente. Para isso, a farmacêutica responsável pela produção do medicamento deve entrar com um pedido de atualização de bula junto à Anvisa para incluir a nova indicação.
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    Pílula Farmacêutica - Apresentação: Felipe Rodrigues de Andrade Produção: Professora Regina Célia Garcia de Andrade e Rita Stella; Coprodução e Edição: Rádio USP Ribeirão  E-mail: [email protected] Coordenação: Rita Stella Horário: segunda-feira - 8h35 Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 107,9; ou Ribeirão Preto FM 107,9, ou pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular para Android e iOS . Veja todos os episódios de Pílula Farmacêutica.
    5 min
  • Pílula Farmacêutica #188: Ozivy chega às farmácias como a primeira caneta emagrecedora 100% brasileira
    Neste episódio do Pílula Farmacêutica, o acadêmico Felipe Rodrigues, orientado pela professora Regina Andrade da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, traz informações sobre o medicamento Ozivy, a caneta emagrecedora 100% brasileira. Aprovado pela Anvisa no final de maio, o medicamento já está disponível nas farmácias. Trata-se de tecnologia nacional para o tratamento de adultos com obesidade e diabetes mellitus tipo 2, uma alternativa para o Ozempic, já que a farmacêutica Novo Nordisk teve queda na patente no País.
    Na entrevista, o acadêmico destaca as diferenças do Ozivy e do Ozempic. O brasileiro é um medicamento sintético integralmente desenvolvido em um laboratório, obtido a partir da síntese química artificial, enquanto o Ozempic é um produto biológico, produzido por engenharia genética em células vivas. Outra diferença, destacada pelo acadêmico, é o preço.   
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    5 min
  • Pílula Farmacêutica #187: Controvérsias rondam chegada de medicamento para Alzheimer às farmácias
    Neste episódio do Pílula Farmacêutica, o acadêmico Felipe Rodrigues, orientado pela professora Regina Andrade da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, traz informações sobre a chegada do medicamento Lecanemab ao mercado brasileiro. Aprovado pela Anvisa no início do ano e previsto para chegar às farmácias no fim deste mês com o nome comercial Leqembi, o fármaco é um anticorpo desenvolvido para atuar sobre a proteína beta-amiloide, associada ao desenvolvimento do Alzheimer, com o objetivo de retardar a progressão da doença em seus estágios iniciais.
    Na entrevista, o acadêmico destaca as controvérsias que cercam o tratamento, entre elas, o alto custo, que pode chegar a R$ 20 mil por mês, a dificuldade de incorporação ao SUS devido à necessidade de exames e estrutura especializada, os riscos de efeitos colaterais que exigem monitoramento constante e as dúvidas sobre sua eficácia prática, considerada limitada por alguns especialistas. O debate sobre os benefícios reais, a segurança e o acesso ao medicamento continuam mobilizando órgãos de saúde no Brasil.
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    4 min
  • Pílula Farmacêutica 186#: Substância de árvore nativa brasileira mostra poder contra coronavírus
    Neste episódio do Pílula Farmacêutica, o acadêmico Felipe Rodrigues, orientado pela professora Regina Andrade da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, fala sobre o achado científico que identificou substância com potencial contra a infecção pelo coronavírus em folhas da Copaifera lucens, nome científico da copaíba-vermelha, uma árvore nativa do Brasil encontrada principalmente na Mata Atlântica.
    A descoberta foi revelada em estudo que contou com a parceria do pesquisador da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, professor Jairo Kenupp Bastos. Especialista em fitoquímica e farmacologia de espécies de copaíba, Bastos trabalha em parceria com cientistas do Egito e da República Checa em projeto que encontrou "os chamados ácidos galoilquínicos, que conseguem inibir a entrada do vírus nas células, reduzir sua replicação e interferir na produção de proteínas virais", informa o acadêmico.
    Rodrigues conta ainda que estudos anteriores já apontavam propriedades antifúngicas, anticancerígenas e antivirais dos compostos extraídos da planta. "Além da ação contra o coronavírus, as substâncias apresentam efeitos anti-inflamatórios e imunomoduladores, podendo auxiliar na resposta do organismo em casos graves da doença", acrescenta. Porém, embora os resultados sejam promissores, ainda são necessários testes in vivo e ensaios clínicos antes que a substância possa ser transformada em medicamento contra a covid-19.
    De toda a forma, o acadêmico afirma que o estudo reforça a importância da biodiversidade brasileira como fonte estratégica para a descoberta de novos fármacos.
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    4 min
  • Pílula Farmacêutica 185#: Suplemento alimentar com cúrcuma pode ser tóxico ao fígado
    Neste episódio do Pílula Farmacêutica, o acadêmico Felipe Rodrigues, orientado pela professora Regina Andrade da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, fala sobre o boletim epidemiológico que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, no fim de março, alertando sobre casos de intoxicação no fígado relacionados ao uso de suplementos alimentares com cúrcuma. O comunicado segue medidas semelhantes adotadas por órgãos de saúde da Itália, Austrália, Canadá e França.
    Segundo o acadêmico, o boletim da Anvisa não proíbe a comercialização nem o consumo dos suplementos, mas reúne dados de estudos internacionais que apontam suspeitas de danos hepáticos associados à substância. A agência orienta que consumidores interrompam imediatamente o uso dos produtos em caso de sintomas e procurem atendimento médico, informando medicamentos e substâncias ingeridos anteriormente.
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    4 min
  • Pílula Farmacêutica 184#: O que acontece quando retiramos o medicamento da embalagem?
    Neste episódio do Pílula Farmacêutica, o acadêmico Felipe Rodrigues, orientado pela professora Regina Andrade da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, fala sobre o hábito de muitas pessoas de retirar os comprimidos das embalagens para organizá-los por dia ou horário. É que essa prática pode prejudicar o tratamento já que "as embalagens de medicamentos não são apenas recipientes, mas são projetadas funcionalmente para proteger o fármaco de fatores externos que alteram sua composição química", alerta o acadêmico.
    Rodrigues informa que existem muitas tecnologias na arquitetura dessas embalagens e que, sem elas, os princípios ativos das medicações podem sofrer oxidação ou reações fotoquímicas, reduzindo sua eficácia. Além dos riscos de degradação do princípio ativo e redução da potência, a exposição pode alterar o perfil de dissolução (especialmente em comprimidos revestidos). A falta da embalagem também pode levar ao aumento do risco de erros de medicação, pela perda de identificação e possibilidade de contaminação (especialmente em ambientes úmidos).
    A recomendação para quem usa muitos medicamentos é seguir as orientações do farmacêutico. O uso de porta-comprimidos pode ser útil para a organização das doses e melhorar a adesão ao tratamento, mas deve ser feito com critério, com orientação farmacêutica e, preferencialmente, apenas para um curto período, até 24 horas.
    Saiba mais conferindo a íntegra do podcast no link acima.
    5 min
  • Pílula Farmacêutica 183#: Semaglutida pode prevenir infarto e acidente vascular cerebral
    Neste episódio do Pílula Farmacêutica, o acadêmico Felipe Rodrigues, orientado pela professora Regina Andrade, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, fala sobre a nova aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o uso da semaglutida na prevenção de infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC).
    A resolução publicada pela Anvisa possibilita nova finalidade do uso da semaglutida, para além das canetas emagrecedoras dos medicamentos Wegovy e Ozempic. Segundo estudo publicado por uma revista americana, o medicamento reduz o risco de problemas cardiovasculares, estabilizando as placas de gordura nas artérias, além de auxiliar na eliminação de sódio pelos rins, ajudando no controle da pressão arterial.
    No entanto, Rodrigues reforça que pacientes precisam ter cautela quanto ao uso do medicamento. A Anvisa atenta para os riscos e contraindicações absolutas para pessoas com hipersensibilidade, histórico de carcinoma medular de tireoide na família, portadores de neoplasia endócrina, gestantes ou em fase de amamentação. A semaglutida também não é recomendada em casos de pancreatite aguda, retinopatia diabética, insuficiência renal e pedra na vesícula.
    Para mais informações, confira o episódio completo no áudio acima.
    5 min

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