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Quantas vezes entregamos uma tela para o nosso filho porque precisamos de alguns minutos de silêncio? E quantas vezes nós mesmos pegamos o celular para não pensar, não sentir ou simplesmente para escapar de um dia difícil?
Neste episódio do Pais Preparados, Maya Eigenmann e Lívia Praeiro conversam sobre uma questão que vai muito além do tempo de tela: o que estamos tentando evitar quando buscamos uma distração o tempo todo?
A tela pode ser entretenimento, descanso e até uma ferramenta importante no cotidiano. Mas, quando ela se transforma na principal maneira de lidar com o tédio, a frustração, a ansiedade, a solidão ou o cansaço, talvez seja importante olhar para o que existe por trás desse comportamento.
E isso vale para as crianças — mas também para nós, adultos.
Será que estamos ensinando nossos filhos a suportar o desconforto enquanto nós mesmos temos dificuldade de ficar diante das nossas próprias emoções? Será que, na tentativa de acalmar uma criança, estamos apenas interrompendo um sentimento que precisaria ser acolhido? E quando o celular se torna a nossa própria “válvula de escape”, que mensagem estamos transmitindo?
Uma conversa sobre telas, limites, autorregulação e, principalmente, sobre a nossa relação com aquilo que sentimos.
Porque talvez a pergunta não seja apenas “quanto tempo meu filho passa na tela?”, mas também:
“O que ele está tentando não sentir?”
E talvez a mesma pergunta precise ser feita a nós.
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Entre a família e a escola, existe um território cheio de expectativas, preocupações, dúvidas e, às vezes, muitos desencontros.
O que os professores gostariam que os pais entendessem sobre a rotina escolar, os desafios da sala de aula e os comportamentos das crianças?
E o que os pais gostariam que os professores soubessem sobre seus filhos, sobre a rotina de casa e sobre os desafios que aquela família enfrenta?
Neste episódio do Pais Preparados, Maya Eigenmann e Lívia Praeiro abrem essa conversa sobre a relação entre família e escola, olhando para os dois lados e questionando algumas das expectativas que podem dificultar essa parceria.
Porque, quando alguma coisa não vai bem na escola, é comum que a primeira reação seja procurar um culpado: “A família não está fazendo a parte dela” ou “A escola não está entendendo meu filho”.
Mas e se, em vez de procurarmos culpados, pudéssemos construir mais escuta?
Vamos conversar sobre comunicação entre pais e professores, expectativas, limites, comportamentos infantis, dificuldades de aprendizagem, conflitos, autonomia, participação da família e, principalmente, sobre como criar uma relação de confiança entre quem educa uma criança em contextos diferentes.
No fim das contas, pais e professores têm algo muito importante em comum: ambos querem que a criança esteja bem, aprenda, se desenvolva e se sinta segura.
Talvez o primeiro passo para essa parceria seja perceber que ninguém conhece a criança por completo — cada adulto conhece uma parte dela.
E quando essas partes conseguem conversar, quem mais ganha é a própria criança.
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E se, antes de perguntarmos “o que está acontecendo com essa criança?”, olhássemos para o que está acontecendo com os adultos que cuidam dela? É aí que vem a tona o tema “Autocuidado”.
A parentalidade exige presença, paciência, disponibilidade e energia. Mas como oferecer tudo isso quando os próprios pais estão cansados, sobrecarregados e, muitas vezes, completamente desconectados das próprias necessidades?
Neste episódio do Pais Preparados, Maya Eigenmann e Lívia Praeiro conversam sobre a relação entre esgotamento parental, autocuidado e saúde emocional das crianças.
Porque autocuidado não deveria ser entendido como luxo, egoísmo ou uma recompensa para quando todas as tarefas estiverem concluídas. Para muitos pais, cuidar de si começa justamente por reconhecer que também existem limites, necessidades, emoções e momentos em que é preciso pedir ajuda.
Quando o adulto vive constantemente no limite, o ambiente familiar pode ficar mais tenso e imprevisível. E as crianças, naturalmente, percebem essas mudanças. Ao mesmo tempo, quanto mais desafiador fica o comportamento da criança, maior pode ser a sobrecarga dos pais — criando um ciclo difícil de interromper.
Mas como sair dele?
Será que autocuidado é simplesmente encontrar um tempo para si? Ou precisamos ampliar essa conversa para falar sobre rede de apoio, divisão de responsabilidades, descanso, culpa, limites e a possibilidade de não dar conta de tudo o tempo todo?
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Quando uma criança demonstra uma capacidade muito acima da média em determinada área, é comum que os adultos enxerguem primeiro o potencial: a facilidade para aprender, a curiosidade intensa, a criatividade, a memória, o interesse profundo por determinados assuntos.
Mas o que acontece quando, por trás de todo esse potencial, existe também uma criança que continua precisando de acolhimento, limites, tempo, descanso e espaço para simplesmente ser criança?
Neste episódio do Pais Preparados, Maya Eigenmann e Lívia Praeiro conversam sobre os desafios menos óbvios de criar um filho com altas habilidades e sobre aquilo que nem sempre é contado aos pais nessa jornada.
Falamos sobre expectativas, cobranças e sobre a ideia de que uma criança que aprende rápido deveria também saber lidar melhor com suas emoções, frustrações e dificuldades. Afinal, desenvolvimento intelectual e maturidade emocional não caminham necessariamente no mesmo ritmo.
Como oferecer desafios sem transformar o potencial da criança em obrigação? Como evitar que ela seja constantemente cobrada para corresponder à imagem de “criança brilhante”? O que fazer quando ela se entedia na escola ou perde o interesse com facilidade? E como reconhecer suas necessidades sem reduzir sua identidade às suas habilidades?
Também conversamos sobre as expectativas dos próprios pais, os olhares externos e o cuidado para que elogios, comparações e cobranças não transformem aquilo que deveria ser uma potencialidade em uma fonte de pressão.
Porque uma criança com altas habilidades não precisa apenas de oportunidades para desenvolver aquilo que faz bem. Ela também precisa de adultos que enxerguem a criança inteira.
Uma conversa honesta sobre potencial, expectativas, emoções, desafios e sobre como construir uma educação que permita que crianças com altas habilidades desenvolvam seus talentos sem precisar carregar o peso de corresponder constantemente a eles.
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Quando chega a notícia de que uma criança é neurodivergente, muitas vezes começam as buscas por respostas: diagnósticos, terapias, especialistas, estratégias, informações e orientações. Mas existe uma parte dessa jornada sobre a qual quase ninguém fala: o que acontece com os pais e com a família durante esse processo?
Neste episódio do Pais Preparados, Maya Eigenmann e Lívia Praeiro conversam sobre os desafios que podem surgir quando os pais percebem que a criança precisa de uma forma diferente de ser compreendida, educada e acompanhada.
Falamos sobre as dúvidas que aparecem no caminho, a culpa, o medo de não estar fazendo o suficiente, a exaustão, as expectativas que precisam ser revistas e também sobre os olhares e julgamentos que podem vir de fora da família.
Porque, muitas vezes, os pais não precisam apenas aprender novas estratégias. Eles precisam desaprender algumas expectativas, reconstruir a forma como enxergam o desenvolvimento dos filhos e entender que educar uma criança neurodivergente não significa abrir mão de limites, mas encontrar caminhos que respeitem suas necessidades e sua maneira particular de experimentar o mundo.
Como lidar com comportamentos que desafiam a família? Como equilibrar acolhimento e limites? Como conversar com a escola e com os familiares? Como evitar que a criança seja reduzida ao diagnóstico? E, principalmente, como cuidar da relação com o filho enquanto se tenta dar conta de tantas novas demandas?
Uma conversa honesta sobre aquilo que nem sempre aparece nos livros, nas orientações profissionais ou nas redes sociais: os sentimentos, as mudanças e os desafios reais que fazem parte da jornada de criar uma criança neurodivergente.
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Se você tem mais de um filho, provavelmente já se perguntou: “Por que eles brigam por tudo?” Um brinquedo, um lugar no sofá, quem vai primeiro, quem recebeu mais atenção… Às vezes, parece que qualquer coisa pode virar motivo para uma nova disputa.
Mas será que essas brigas são apenas um problema de comportamento? Ou existe algo mais acontecendo nessa relação?
Neste episódio do Pais Preparados, Maya Eigenmann e Lívia Praeiro conversam sobre as brigas entre irmãos e sobre o que pode estar por trás delas: ciúmes, competição, necessidade de atenção, busca por pertencimento, diferenças de temperamento e, muitas vezes, a dificuldade de ainda não saberem como lidar com seus próprios conflitos.
E tem uma pergunta ainda mais importante: o que nós, pais, fazemos — mesmo com a melhor das intenções — que pode acabar piorando essas disputas?
Comparar, tomar partido, tentar descobrir “quem começou”, exigir que um sempre ceda ou transformar cada conflito em uma oportunidade de ensinar uma lição podem, sem percebermos, aumentar a rivalidade entre os filhos.
Mas então, o que fazer?
Como intervir sem virar juiz? Quando deixar que eles resolvam sozinhos? Como acolher os sentimentos de cada criança sem alimentar a competição? E como ajudar os irmãos a construírem, ao longo do tempo, uma relação de mais respeito, parceria e conexão?
Uma conversa realista sobre um dos maiores desafios da convivência familiar — e sobre como os pais podem deixar de ser parte do conflito para se tornarem apoio na construção da relação entre os filhos.
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Falar sobre educação sexual com os filhos ainda deixa muitos pais desconfortáveis. Afinal, quando começar? O que dizer? Quanto explicar? E será que conversar sobre o assunto não acaba despertando uma curiosidade que ainda não existia?
Neste episódio do Pais Preparados, Maya Eigenmann e Lívia Praeiro conversam sobre um tema que muitas famílias preferem adiar, mas que faz parte do desenvolvimento das crianças e não deveria ser tratado apenas quando surge um problema ou uma situação inesperada.
A conversa passa pelos receios dos pais, pelos limites de cada idade, pela importância de ensinar sobre o próprio corpo, privacidade, consentimento e respeito — e, principalmente, pela diferença entre educação sexual e falar sobre sexo.
Mais do que encontrar a “idade certa” para começar, o desafio é entender que nossos filhos já estão construindo ideias sobre o corpo, os relacionamentos e os limites. A pergunta é: quem queremos que esteja ao lado deles enquanto essas ideias são formadas?
Um episódio para pais que talvez estejam adiando essa conversa justamente porque ainda não sabem como começar.
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Você já pensou, ou até mesmo disse em voz alta: "A Educação Positiva não funciona para mim"?
Se essa ideia já passou pela sua cabeça, saiba que você não está sozinho. Muitos pais começam essa jornada com entusiasmo, mas acabam frustrados quando percebem que os conflitos continuam acontecendo, os filhos não respondem como esperavam ou a rotina parece ainda mais desafiadora.
Neste episódio, Maya Eigenmann e Lívia Praeiro conversam sobre os motivos que levam tantas famílias a acreditar que a Educação Positiva não funciona. Será que o método falhou? Ou será que algumas expectativas, interpretações ou aplicações acabam dificultando os resultados?
Ao longo da conversa, elas mostram que a Educação Positiva não promete filhos que nunca fazem birra, obedecem sempre ou eliminam os conflitos da convivência. Seu objetivo é construir relações mais saudáveis, desenvolver habilidades socioemocionais e ensinar as crianças a cooperarem de forma respeitosa — um processo que exige tempo, consistência e aprendizado também por parte dos adultos.
Se você já se sentiu cansado, frustrado ou até pensou em desistir da Educação Positiva, este episódio pode oferecer uma nova perspectiva e mostrar que, muitas vezes, o caminho precisa de ajustes, e não de abandono.
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Você já ouviu alguém dizer que Educação Positiva e Disciplina Positiva são a mesma coisa? Apesar de estarem profundamente conectadas, elas não significam exatamente a mesma coisa.
Neste episódio, Maya Eigenmann e Lívia Praeiro esclarecem as diferenças entre esses dois conceitos que vêm ganhando cada vez mais espaço entre famílias e educadores. Afinal, o que é Educação Positiva? Onde entra a Disciplina Positiva? É possível praticar uma sem a outra?
Ao longo da conversa, elas mostram como a Educação Positiva representa uma forma de enxergar a infância e construir relacionamentos baseados em respeito, conexão e desenvolvimento emocional. Já a Disciplina Positiva aparece como um conjunto de ferramentas e estratégias que ajudam os pais a colocar esses princípios em prática no dia a dia, especialmente nos momentos de conflito, limites e cooperação.
Se você já ficou confusa com esses termos ou quer entender qual caminho faz mais sentido para a sua família, este episódio vai ajudar a organizar as ideias e mostrar que educar com firmeza e gentileza não é uma fórmula pronta, mas uma construção diária.
Um episódio para pais, mães e cuidadores que desejam compreender antes de agir e fortalecer a conexão com seus filhos.
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Quando um casamento termina, uma nova história começa para toda a família — especialmente para os filhos.
Neste episódio do Pais Preparados, Maya Eigenmann e Lívia Praeiro conversam sobre como as crianças vivem a separação dos pais, o que elas sentem, o que muitas vezes não conseguem expressar e como os adultos podem atravessar esse momento com mais sensibilidade e responsabilidade emocional.
Como explicar o divórcio de maneira adequada? O que pode gerar insegurança? Como evitar que a criança se sinta culpada? E de que forma é possível preservar o vínculo, o senso de pertencimento e a segurança emocional mesmo quando a estrutura da família muda?
Uma conversa acolhedora para ajudar mães e pais a enxergarem a separação pelos olhos de quem mais precisa ser protegido: a criança.
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