Por que somos menos felizes do que poderíamos?
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- Nas Renascenças Civilizacionais, uma série de Paradigmas do passado, que passaram a ser menos disseminados, voltam com toda força.
- Ao entrarmos no Macrociclo de Renascença Civilizacional, temos, como vemos agora, um aumento exponencial de literatura sobre o tema da Felicidade.
- Quando massificamos a sociedade, seja do ponto de vista regional ou civilizacional, reduzimos a Taxa de Felicidade.
- Nos Macrociclos de Crise Civilizacional temos um estímulo generalizado à massificação do Sapiens e a redução da Originalização.
- É preciso lembrar que nossa Mente Primária é formatada de uma determinada maneira, que reflete contextos específicos e civilizacionais.
- Uma mudança relevante na abordagem do tema da Felicidade se inicia na guinada da Ciência Social 2.0, que passa a assumir esta missão.
- Muitos dos problemas que temos para termos uma vida mais feliz, passa pela revisão da forma como nos vemos como espécie.
- Hoje, boa parte dos problemas que temos para sermos mais felizes é a visão equivocada que temos do que é ser um humano.
- Se eu tenho uma visão equivocada de quem REALMENTE é um ser humano, não tem jeito de eu poder tirar o máximo proveito de ser um.
É isso, que dizes?
“Nepô é o filósofo (cientista da sabedoria) da era digital, um mestre que nos guia em meio à complexidade da transformação digital.” - Leo Almeida.
"Carlos Nepomuceno me ajuda a enxergar e mapear padrões em meio ao oceano das percepções.” - Fernanda Pompeu.
“Nepô tem uma mente extremamente organizada, o que torna os conteúdos da Bimodais assertivos e comunicativos.” - Fernanda Pompeu.
Ser capaz de encontrar e interrelacionar padrões é condição "sine qua non" para se adaptar aos ambientes deste novo mundo." - Fernanda Pompeu.
Inovação com Ciência
Zap: 21-996086422 (Nepô, chega de MIMIMI!)
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