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Já dizia o poeta “Dói, mas liberta e dor tem que passar, pra deixar a porta aberta”.
E eu to abrindo a Porta pra dizer "você não tá sozinho". Sim, eu tenho muitas dores e depois de tantas conversas compartilhadas, também tive a certeza de que eu não tô sozinha.
A gente passa a vida tentando evitar ou fugir da dor, acreditando que ela é ruim quando na verdade é só parte do processo que é estar vivo. O ponto é que cada questão dói diferente em cada um e a gente até pode tentar, mas nunca vai, de fato, sentir a dor do outro. Mas tem algo sim que a gente pode fazer, pela gente e pelo outro: acolher.
Muito mais eficaz do que jogar pra debaixo do tapete, fingir que não existe, camuflar ou cobrir com muitas outras coisas, acolher é integrar a dor, é entender que ela tem um espaço e ele deve ser de cuidado. Quando aprendemos a acolher a nossa própria dor, também aprendemos a acolher a dor do outro. Aprendi, que nem sempre a gente precisa entender racionalmente a dor, basta se permitir sentir e acolher, porque ela vai passar.
Os ipês me provocaram muito, e a partir do processo deles, entendi um pouco mais do meu. Compartilho agora com vocês.
Boa escuta!
Beijo da Gabi
PS: Hoje na imagem de capa, a Porta se fez Flor
Produção: Gabriele Welter
By Gabriele WelterJá dizia o poeta “Dói, mas liberta e dor tem que passar, pra deixar a porta aberta”.
E eu to abrindo a Porta pra dizer "você não tá sozinho". Sim, eu tenho muitas dores e depois de tantas conversas compartilhadas, também tive a certeza de que eu não tô sozinha.
A gente passa a vida tentando evitar ou fugir da dor, acreditando que ela é ruim quando na verdade é só parte do processo que é estar vivo. O ponto é que cada questão dói diferente em cada um e a gente até pode tentar, mas nunca vai, de fato, sentir a dor do outro. Mas tem algo sim que a gente pode fazer, pela gente e pelo outro: acolher.
Muito mais eficaz do que jogar pra debaixo do tapete, fingir que não existe, camuflar ou cobrir com muitas outras coisas, acolher é integrar a dor, é entender que ela tem um espaço e ele deve ser de cuidado. Quando aprendemos a acolher a nossa própria dor, também aprendemos a acolher a dor do outro. Aprendi, que nem sempre a gente precisa entender racionalmente a dor, basta se permitir sentir e acolher, porque ela vai passar.
Os ipês me provocaram muito, e a partir do processo deles, entendi um pouco mais do meu. Compartilho agora com vocês.
Boa escuta!
Beijo da Gabi
PS: Hoje na imagem de capa, a Porta se fez Flor
Produção: Gabriele Welter