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“A dor é inevitável, o sofrimento é opcional”
Quantas vezes já ouvimos essa frase? E quantas vezes, talvez, passamos esse conceito adiante sem refletir sobre ele.
Dizer que o sofrimento é opcional, é uma tentativa de fazer com que as pessoas reajam mais rapidamente a tudo que lhes acontece, como se elas tivessem o poder de estar prontamente recuperadas de uma experiência que causou dor. E essa escolha está muitas vezes ligada a você se tornar “vítima ou protagonista da própria história”, outro conceito que se ouve muito por aí.
Eu bem sei o quanto a nossa mente mente e que não é tão difícil nos perdermos em narrativas contadas a nós mesmos do quanto somos vítimas do que nos aconteceu, na infância, na adolescência, na vida adulta. Especialmente se não fomos acolhidos ou reconhecidos naquele momento, porque isso faz com que a sensação de injustiça permaneça.
Mas aí, quando você "chega" na vida adulta, não há tempo pra sofrer. É preciso trabalhar, produzir, fazer a roda girar. E não importa se coisas ruins acontecem, porque sim, elas acontecem pra todo mundo, te ensinam que o segredo é não dar bola, deixar passar, fazer de conta que não aconteceu e seguir em frente, o famoso "Move On". Mas eu me pergunto? Quanto aprendizado deixamos de obter nessa tentativa de “cortar caminho” e quantos ressentimentos carregamos?
Vamos refletir e sentir juntos? Dá o play e vem comigo.
Produção: Gabriele Welter Edição: Michel Martins
By Gabriele Welter“A dor é inevitável, o sofrimento é opcional”
Quantas vezes já ouvimos essa frase? E quantas vezes, talvez, passamos esse conceito adiante sem refletir sobre ele.
Dizer que o sofrimento é opcional, é uma tentativa de fazer com que as pessoas reajam mais rapidamente a tudo que lhes acontece, como se elas tivessem o poder de estar prontamente recuperadas de uma experiência que causou dor. E essa escolha está muitas vezes ligada a você se tornar “vítima ou protagonista da própria história”, outro conceito que se ouve muito por aí.
Eu bem sei o quanto a nossa mente mente e que não é tão difícil nos perdermos em narrativas contadas a nós mesmos do quanto somos vítimas do que nos aconteceu, na infância, na adolescência, na vida adulta. Especialmente se não fomos acolhidos ou reconhecidos naquele momento, porque isso faz com que a sensação de injustiça permaneça.
Mas aí, quando você "chega" na vida adulta, não há tempo pra sofrer. É preciso trabalhar, produzir, fazer a roda girar. E não importa se coisas ruins acontecem, porque sim, elas acontecem pra todo mundo, te ensinam que o segredo é não dar bola, deixar passar, fazer de conta que não aconteceu e seguir em frente, o famoso "Move On". Mas eu me pergunto? Quanto aprendizado deixamos de obter nessa tentativa de “cortar caminho” e quantos ressentimentos carregamos?
Vamos refletir e sentir juntos? Dá o play e vem comigo.
Produção: Gabriele Welter Edição: Michel Martins