“Se bem que o essencial desta devoção consista no interior, ela conta também práticas exteriores que e preciso não negligenciar; tanto porque as práticas exteriores bem-feitas ajudam as interiores, como porque relembram ao homem, que se conduz sempre pelos sentidos, o que fez ou deve fazer; também porque são próprias para edificar o próximo que as vê, o que já não acontece com as práticas puramente interiores.