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Oficialmente, esse é o TP/M#07, mas especialmente para essa temporada é Preto Capital.
Nem tão clichê, eu explico: Estávamos reunindo argumentos para a produção de uma segunda temporada do Traz Pra Mesa, quando encontramos alguns interessantíssimos trabalhos. (1) "Cultura negra e empreendedorismo: Sensibilidades políticas a reivindicações econômicas e o engajamento através do mercado, da doutora em antropologia social, Gleicy Mailly da Silva. Onde se analisa a Feira Preta, um evento organizado anualmente na cidade de São Paulo e que tem como objetivo promover atividades de cultura e comércio voltadas à comunidade negra", (2) "Empreendedorismo, cultura e diversidade: a participação dos empreendedores negros nas atividades empreendedoras no Brasil no período de 1990 a 2008, de Josiane Silva Oliveira¹, Jaiane Aparecida Pereira e Márcia Cristina David de Souza" e (3) o levantamento feito pela PretaHub, Empreendedorismo Negro no Brasil (2019).
Foram esses nossos pontapés iniciais (que estarão 'linkados' no nosso Instagram, @TrazPraMesa). Junto deles embasamos uma linha de raciocínio "meio que óbvia" para a maioria: o negro é mais empreendedor no Brasil, uma vez que seu corpo não é aceitos no mercado de trabalho. Daí é meter a cara nas vendas ( ou na prestação de serviços) para sobreviver. Mas há outra esfera que os mesmos estudos nos mostram, primeiro que grande parte dos empreendedores brasileiros quebram por falta de planejamento e depois, que planejamento?
By Redação Traz Pra MesaOficialmente, esse é o TP/M#07, mas especialmente para essa temporada é Preto Capital.
Nem tão clichê, eu explico: Estávamos reunindo argumentos para a produção de uma segunda temporada do Traz Pra Mesa, quando encontramos alguns interessantíssimos trabalhos. (1) "Cultura negra e empreendedorismo: Sensibilidades políticas a reivindicações econômicas e o engajamento através do mercado, da doutora em antropologia social, Gleicy Mailly da Silva. Onde se analisa a Feira Preta, um evento organizado anualmente na cidade de São Paulo e que tem como objetivo promover atividades de cultura e comércio voltadas à comunidade negra", (2) "Empreendedorismo, cultura e diversidade: a participação dos empreendedores negros nas atividades empreendedoras no Brasil no período de 1990 a 2008, de Josiane Silva Oliveira¹, Jaiane Aparecida Pereira e Márcia Cristina David de Souza" e (3) o levantamento feito pela PretaHub, Empreendedorismo Negro no Brasil (2019).
Foram esses nossos pontapés iniciais (que estarão 'linkados' no nosso Instagram, @TrazPraMesa). Junto deles embasamos uma linha de raciocínio "meio que óbvia" para a maioria: o negro é mais empreendedor no Brasil, uma vez que seu corpo não é aceitos no mercado de trabalho. Daí é meter a cara nas vendas ( ou na prestação de serviços) para sobreviver. Mas há outra esfera que os mesmos estudos nos mostram, primeiro que grande parte dos empreendedores brasileiros quebram por falta de planejamento e depois, que planejamento?